segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Empreendedorismo Remoto: É Viável?

Quem tem acompanhado o blog nos últimos meses deve ter lido o post onde comentei sobre o rebuliço que está dentro da minha cabeça. Desde que me mudei para Portugal tenho pensado muitas coisas novas, várias ideias malucas tem passado pela minha cabeça. É impressionante como mudar para o exterior pode abrir a cabeça de uma pessoa...

Uma dessas ideias era:
9- Formar um dream team com ex funcionários e parceiros, comprar lojas no Brasil e tocar aqui de Portugal, fazendo a parte administrativa e burocrática on-line, visitando as lojas a cada 3 meses. Parece loucura (e é) mas posso provar por A + B a viabilidade disso, ideia não descartada.
Pois é, a ideia parece e é maluca porém pode ser viável sim dentro de algumas circunstâncias. Primeiramente é preciso entender o contexto em que estou. A cerca de 2 anos vendi minhas lojas no Brasil, obtive um bom retorno financeiro dessas transações e jurei de pé junto que não voltaria à empreender tão cedo, vários leitores comentaram que duvidavam disso, achavam que à primeira oportunidade eu compraria outra loja para flipar. Foi meio o que aconteceu porém esse negócio não deu muito certo e perdi dinheiro*. Mais uma vez fiz juras que não empreenderia mais.

Porém o vírus-empreendedor uma vez contraído é de difícil extermínio. Não vou negar, o fato de ganhar um bom dinheiro em questão de meses ao fazer a flipagem de um negócio é extremamente gratificante, mesmo com todos os problemas inerentes que esse tipo de negócio traz. Por outro lado a ideia de fazer um buy-and-hold de comércio nunca me foi muito agradável, coisa essa que tentei somente uma vez, com minha primeira loja. Acredito que o principal motivo de não querer manter um negócio no longo prazo e focar apenas no ganho financeiro rápido foi justamente esse: a minha primeira loja. Foi nessa loja que vi a coisa feia, dívidas de 6 dígitos, trabalho de até 16h por dia, meses sem uma folga sequer, a sensação de quase quebrar, a sensação de tocar uma loja merda por não ter mercadoria suficiente... Enfim, acho que foi uma experiência traumatizante demais e que talvez até hoje não tenha superado. Isso tirou todo meu tesão em ser um comerciante "comum", daqueles que tem o comércio como fonte de renda e nem pensa em vende-lo.

Despertei para isso somente agora, tenho pensado muito sobre essa época, onde tudo estava dando errado e se não fosse o excelente ponto da loja, a economia do país em ascensão e a energia dos meus 20 e poucos anos eu estaria fodido até hoje. Por outro lado aprendi absurdamente com isso tudo que passei, uma vez que saí das dívidas não devi mais 1 Real sequer, meu patrimônio somente subiu e tudo fluiu. Tive e ainda tenho muita disciplina pra me controlar financeiramente. A conclusão que cheguei é que se eu empreendesse hoje com certeza faria muita coisa diferente, minha cabeça está bem diferente, aprendi muita coisa... tenho 50% de certeza que tenho preparo para manter empresas com a mentalidade buy-and-hold. Entretanto são os outros 50% que não me deixam sair por aí arriscando pra ver no que dá.

Tenho algumas pessoas que trabalharam comigo que são excelentes profissionais, a maioria deles está sub-utilizado por aí e tenho quase certeza que muitos deles me acompanhariam na empreitada de novas lojas caso os chamasse. Confiança é algo que se conquista e tenho certeza que consigo conquistar a confiança das pessoas com as quais trabalho por ser leal, justo, pagar bem e dar condições de trabalho acima da média. Você planta o que colhe, em tudo na vida, e com funcionários não é diferente.

Outra razão que me deixa balançado em recomeçar uma parada dessas são ideias "inovadoras" (não gosto desse termo, parece coisa de marqueteiro) que posso empregar no ramo de negócios que tenho experiência. Ter saído durante um período me faz olhar a coisa toda de fora e ver coisas que antes não imaginava existir. Na verdade o que penso em fazer não tem nada de inovador, é somente uma compilação de boas ideias que juntas podem dar certo dentro de um cenário propício. Como já disse várias vezes, pra empreender com sucesso não é preciso de muito: um ramo estável, nada de sazonalidades relevantes, pouca dívida, boas pessoas, estoque acima da média, bom atendimento, preços medianos. Não tem muito segredo.

Então o resumo da ópera seria comprar lojas, colocar meu "dream team" pra toca-las, empregar meus "novos" conceitos e tocar aqui de Portugal, fazendo toda a parte financeira, compras, pagamentos e demais burocracias usando a tecnologia disponível. Ir pessoalmente a cada 2 ou 3 meses para ver como estão as coisas. Parece impossível? Pode ser difícil, mas impossível não é. Eu mesmo já tive uma experiência digamos, rústica, disso em 2012/13. Cheguei a ficar 30 dias nos EUA e meus funcionários da época até hoje não sabem, rsrs!

Em primeiro lugar se eu contar essa ideia pra qualquer pessoa que conheço ela vai dizer que sou um louco e que "os olhos do dono é que engordam o gado". Já nem sei quantas vezes ouvi essa frase, 99,99% empregadas com toda convicção e verdade por pessoas que jamais empreenderam. Rapaziada, sinto informar mas isso não é necessariamente verdade.

Parto sempre do princípio que falcatruas internas irão acontecer e ponto final. Como disse no meu post sobre MFII, toda e qualquer empresa faz trambique e por trambique entenda maracutaias feitas pelos donos ou pelos empregados. Responda com sinceridade: se você é empresário, jura que jamais cometeu uma picaretagem? Se você é empregado, jura que jamais fez um corpo mole aqui, imprimiu um documento ali ou se apropriou de alguma coisinha??? Não precisa responder nos comentários mas já prevejo um monte de santos dizendo que "não, Corey, jamais fiz nada disso". Tá bom... O que o empresário tem que se preocupar não é se o funcionário está roubando (isso não é uma questão de "se" e sim de "quanto") e sim se o que o funcionário está roubando está prejudicando o dia-a-dia da empresa. Percebe a diferença? É uma questão de alocação de energia. Brother, você já teve a oportunidade de estar dentro de uma empresa grande, com várias filiais, onde o dono (ou diretor, ou CEO) faz visitas de ano em ano? Você sabia que mesmo no começo do WalMart, quando haviam poucas lojas, Sam Walton quase não fazia visitas? Ele se preocupava em pôr as pessoas certas para tocar as lojas, suas visitas eram em cidades com potencial para receber lojas novas e não em lojas estabelecidas onde gerentes eram pagos para dar lucro e permitir a expansão.

Se eu tocar um projeto desses minha preocupação no sentido de evitar fraudes será algo mais preventivo, coisa que a tecnologia atual ajuda absurdamente: câmeras, softwares de controle, pagamentos por meios digitais crescentes, etc. Ferramentas antigas também são extremamente úteis: cliente-oculto, auditorias, visitas surpresas, balanços terceirizados... Existe custo nisso tudo? Claro, mas faz parte do jogo.

Quem disse que o "olho do dono" é super poderoso à ponto de fazer o gado crescer? O que engorda o gado é a qualidade do pasto, as vacinas e consultas veterinárias em dia, o manejo correto... O máximo que o "olho do dono" faz é ver se estão plantando a grama certa, se o veterinário está fazendo o trabalho corretamente e se o estábulo está sendo limpo com frequência. Essa ideia de dono presente, assim como o mito do capital de giro são ideias ultrapassadas, coisas de quem pensa que "aluguel é dinheiro jogado fora". Muita calma nessa hora, não é bem assim... Você sabia que nos EUA existe um modelo muito adotado por franquias chamado de "absentee owner"? Isso nada mais é que uma empresa cujo modelo de negócios é pensado justamente para ser tocado "sem o dono". Vamos ser francos, você, comerciante, pode até se virar em todas as frentes da sua empresa (assim como eu sou capaz) mas não será expert em todas, será mais como um pato que nada, voa e anda mas não faz nada direito. Ao empreender temos que ser racionais, saber delegar, escolher e pagar bem pessoas boas para as mais diferentes funções, não tentar fazer tudo pra economizar alguns trocados e no fim fazer tudo nas coxas. Muitas vez o tal olho do dono mais atrapalha que ajuda (e esse é um dos motivos pelos quais muita gente quebra).

Sinceramente não sei se encaro o desafio, porém é algo que faz cócegas sim! Existem muitos fatores para um negócio desses valer a pena, mas basicamente seria o seguinte:

1- Alavancagem máxima. Pode parecer estranho um cara que afirma de pé junto que dívida é coisa do demônio e que não existe dívida boa dizer que deseja alavancar um negócio, porém nunca tentei ser coerente, coerência engessa as pessoas. No meu ramo é possível sim alavancar praticamente 100% de um negócio, infelizmente não posso explicar como funciona porque cada negócio é único, mas a possibilidade é real. Alavancar permitiria a criação de valor a partir do nada. Se eu comprar um negócio de R$ 300.000 alavancado, após o período de pagamento terei o negócio (valendo mais ou menos que os R$ 300.000) em mãos e ao contrário de um financiamento imobiliário, por exemplo, o negócio se auto-paga, logo é sustentável.

2- Pessoas corretas. Para tocar um negócio desses tenho que contar com a ajuda de pessoas de confiança, que acredito serem capazes de fazer a coisa toda andar sem papai ficar no pé. Como disse, conheço algumas pessoas assim, mas nada garante que conseguiria traze-las no momento oportuno para meu lado.

3- Porte decente. Não adianta comprar uma lojinha que no frigir dos ovos vai me deixar mil reais. Em virtude do modelo de negócio sei que a rentabilidade não seria a mesma que de um negócio "normal" onde eu trabalhasse no dia-a-dia e acabasse por substituir algum funcionário. Sou capaz de fazer qualquer função dentro das lojas, logo sirvo de Severino Quebra Galho e o simples fato de estar perto já tira a necessidade de alguns funcionários, o que representa uma boa diminuição de despesas. Como isso não é possível, a despesa é sim maior, logo pra conseguir sobrar algum no fim do mês é necessário um faturamento mais expressivo.

Esses 3 critérios devem ser obrigatoriamente atingidos para começo de conversa. Como pode perceber não é tão fácil assim, logo isso dificulta ainda mais a viabilidade da coisa. Porém, vai que os astros se alinham... Já vi cada coisa acontecer...

Me comprometo com uma coisa que pode ser revolucionária na internet brasileira, quiçá mundial. Se entrar num negócio desses, prometo esmiuçar o dia-a-dia aqui no blog, com números e tudo, como jamais foi visto em site algum (se você conhece algum site com conteúdo assim, por favor poste nos comentários que estou curioso para ver).

* Sobre a loja fracassada: minha esperança do comprador ter mais sucesso que eu se revelou certeira. Felizmente a pessoa está indo relativamente bem, está estabilizando as contas e a loja exibe um crescimento tímido porém concreto. Vejo ajudando-o na medida que posso com o dia-a-dia da empresa e felizmente está dando certo. Menos mal...

73 comentários:

  1. Excelente postagem, Corey. Nem tenho o que comentar, pois você já abordou minhas falas na postagem.
    Apoio 100% a ideia de tocar o negócio "de longe". Utilize a tecnologia e sua expertise a seu favor.
    Abraços e sucesso

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Legal AdP, achei que todos iriam dizer que sou maluco, rsrs!

      Abraço!

      Corey

      Excluir
    2. Meu amigo! Não comprometendo o dinheiro todo de seu patrimônio,não acho maluco. Muito pelo contrário,o que vc escreveu é o estou a meu modo tentando colocar em prática de acordo com minha realidade.
      O olho do dono é pra criar lucro.Nao para vigiar o abate do gado.

      Diegoo

      Excluir
    3. Gostei da sua frase, é isso ai!

      Excluir
  2. Puts, não consigo nem resolver o problema de alugar a minha casa morando aqui no exterior... que dirá tocar um negócio daqui, Brasil é muito burocrático.


    Sr. IF365

    Blog do Sr.IF365 | Acompanhe meus últimos 365 dias antes da IF e Aposentadoria Antecipada
    www.srif365.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O Corey domina as burocracias, então pra ELE pode valer a pena. Isso não é um negócio pra qualquer pessoa.

      Excluir
    2. 365, o Anônimo tem razão... Na prática vender um imóvel como o seu é muito mais complicado que tocar um negócio desde que esse negócio esteja devidamente formatado.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  3. Corey, fui um dos que disse que mais cedo ou mais tarde voltaria a empreender. Sua ideia é arriscada e diferente, logo tem tudo pra dar certo porque poucos tem coragem de fazer isso. vai em frente meu amigo!

    ResponderExcluir
  4. Olá, Corey.

    Esse poderá ser um ótimo desafio.

    Empreender em Portugal é muito menos complicado, comparando-se com o Brasil?

    Abraço.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. G65, aguarde o post de sexta feira, abordarei justamente esse seu questionamento.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  5. Fala Corey, acompanho seu blog há tempo e gosto muito das postagens. Estou morando há quase 2 anos no exterior e toco 2 lojas (franquias) no Brasil por aqui. No começo fiquei com muito medo, mas como conheço bem a operação e a equipe e sempre usei acessos remotos e cameras, percebi que é possível. Você vai dobrar o nível de acompanhamento e vai ter muita insegurança, o que é normal para quem não está presente. Lógico que franquia tem a facilidade de fornecedores que garantem 100% do abastecimento de mercadorias (faço todos os pedidos e controle por aqui) e processos e sistemas que permitem o acompanhamento remoto. Outra vantagem é ter um contador bem alinhado contigo para envio das "burrocracias" por email, como folha, encargos, impostos... Até inventário consigo acompanhar remoto (a consultora da franquia faz a contagem do estoque manual junto com minha funcionária e eu acompanho tudo com cameras e sistema). Enfim, com muito esforço dá pra levar, mas se pudesse venderia as lojas pelo excesso de desgaste vs retorno. Por enquanto, vamos em frente. Boa sorte!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Cara, muito bom seu relato, pensei que não existiam precedentes do que pretendo fazer (caso tenha oportunidade). Meu modelo de negócio sempre foi baseado na organização, o que acredito ser o foco das franquias, logo tenho todos os controles pré prontos de maneira bem robusta o que pode facilitar o acompanhamento.

      Você costuma visitar as lojas no Brasil com qual frequência?

      Abraço!

      Corey

      Excluir
    2. No ano passado fui 2x. Porém, percebi nas visitas que identificava somente algumas oportunidades de melhoria. Daí fiz a seguinte conta: o que eu trago de aumento de faturamento ou otimização de custos com minha presença não paga nem metade da passagem! Então decidi que vou somente uma vez por ano (também preciso por conta da não saída fiscal do Brasil). Então nesse ano já fui há 2 meses atrás, passei 2 semanas full, e agora pretendo voltar somente em 2019.

      Excluir
    3. Corey ,
      Vc pode compartilhar em um post estes seus controles pré definidos?


      Diegoo

      Excluir
    4. Anônimo das franquias: vc me parece bem pragmático e isso é necessário para esse tipo de abordagem empresarial. Tem gente q se cria apego às empresas e não conseguem desgrudar um dia sequer e na minha opinião isso é muito errado.

      Abraço

      Corey

      Excluir
    5. Diegoo, se eu fizer um negócio assim me comprometo à compartilhar essas coisas.

      Abraço

      Corey

      Excluir
    6. Corey, pragmatismo é essencial! Inclusive para os funcionários sentirem que você tem o negócio na mão. Senão, como dizem em terras portuguesas, desperta a ocasião para o "gatuno".

      Excluir
    7. Boa! Ter o negócio na mão tem mais a ver com controle que com presença.

      Excluir
  6. João Xavier Galt6 de agosto de 2018 08:29

    Caso empreenda remotamente será um excelente desafio, porém plenamente factível. Basta pensar nas centenas de “Millionaires Next Door” brazucas (como você), desconhecidos, que normalmente tem mais de um negócio e/ou mais de um estabelecimento. Um empreendedor para se tornar um empresário precisa crescer, e é praticamente impossível crescer ou diversificar, se o empreendedor ficar pondo a mão na massa o dia inteiro ou ficar fisicamente de olho no negócio in loco. A tecnologia realmente ajudou muito neste sentido para diminuir as fraudes, que você acertou na mosca nesta singela frase “O que o empresário tem que se preocupar não é se o funcionário está roubando (isso não é uma questão de "se" e sim de "quanto") e sim se o que o funcionário está roubando está prejudicando o dia-a-dia da empresa.” – Não sou muito de comentar, mas leio todos os seus posts e parabéns por compartilhar tanta informação. Eu se fosse você apostaria na ideia de empreendedorismo remoto, o seu post tem todos os requisitos para que a ideia dê certo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado pelas palavras, fico surpreso com a quantidade de pessoas que apoiam uma ideia dessas. Achei que todo mundo ia me chamar de louco...

      Abraço

      Corey

      Excluir
  7. Eu acho plenamente possível fazer isso, conseguindo as pessoas certas para serem os "olhos do dono" e estabelecendo rotinas bem definidas para os processos da empresa, acredito muito na ideia.

    No caso das franquias é um pouco mais fácil pois já há um processo todo formatado, entretanto como você tem experiência na área e, provavelmente, conhece bem o processo, pode formatar um processo adequado para se gerir remotamente.

    Abraços!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, a experiência na área me ajuda a saber quais os pontos fracos e aqueles irrelevantes de se controlar ativamente. Sou uma pessoa organizada o q tb ajuda muito. O lance é aguardar um bom negócio.

      Abraço

      Corey

      Excluir
  8. Fala Corey! Tive um alívio grande ao ler seu post pois pensei q somente eu era maluco de pensar que o olho do dono serve para outras coisas e não engordar o gado como dizem por aí.
    Tive franquias no Brasil, cheguei a gerenciar remotamente por um tempo, mas desisti da ideia por não ter alguém de confiança no dia a dia, principalmente quanto a contratação e demissão de funcionários. Não achei ninguém que cofiasse para tomar esse tipo de decisão no meu lugar.
    Já pensei em criar um blog apenas para narrar como foi minha aventura com franquias, acho q muita gente se interessa por isso mas há pouco material escrito por alguém q realmente investiu nisso.
    Permita-me te dar um conselho sobre sua ideia: faça isso apenas se tiver alguém realmente de confiança para tocar sua operação no Brasil. Caso não tenha essa pessoa, não faça de jeito algum, senão será um tiro no escuro.

    Abs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tenho interesse de ler um blog assim.

      Excluir
    2. Se vc não quiser criar um blog pra contar essa aventura ofereço um espaço aqui no meu pra vc escrever como guest writer, essas experiências são únicas e muita gente (eu inclusive) gostaria muito de conhecer. Pense na ideia...

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  9. Fala Corey, aqui em Goiânia um dia preso na chuva em um prédio, conheci um cara que morava na mesma rua que eu por anos, quase que a minha vida inteira e nunca nos tínhamos visto. Fui conhecer o negócio do cara, basicamente ele tinha 5 lojas em shoppings pelo Brasil no segmento de varejo, todo o controle/vigilância era feito do escritório dele em Goiânia, o cara nem pisava na loja e na época tava em vias de expansão.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa história! Talvez isso seja mais comum do que imaginamos...

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  10. E sim, que nunca deu uma nocegada ou não pegou uma coisa 'emprestada' no serviço é porque nunca trabalhou. Já viu o tanto que caneta some num escritório? É incrível.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Engraçado, aqui em Portugal as pessoas devolvem as canetas, estou desde o primeiro dia de trabalho com a mesma, todos os dias empresto várias vezes e nunca sumiu! É uma besteira, mas me chamou atenção.


      Abraço!

      Corey

      Excluir
  11. Legal hein Corey!

    Seria um desafio e tanto. Na blogosfera um caso similar é o do Viver de Dividendos que mora na Alemanha e administra por lá seus empreendimentos daqui.

    Hoje em dia é plenamente possível. Se ver que vale a pena, do it!

    Abraço!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Verdade, mas até onde sei o VdD tem sócios nesses negócios no Brasil, não?

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  12. É isso ai Corey,
    queria ter mais veia empreendedora, mas sempre me ferrei hehehe. Não reclamo (quase nunca) de ser funcionário assalariado, mas não nego que ainda tenho vontade de ter um negócio próprio.
    Sucesso ai meu caro,
    Abc

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Negócio próprio só serve pra ganhar muito dinheiro, se for pra ganhar somente o dobro do que vc ganha como empregado, definitivamente não vale a pena...

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  13. Por que se enfiar nesta cumbuca de um negócio no Brasil? Vc está em Portugal, em outro país, por que não então empreender por aí?

    Este negócio de negócio no Brasil não seria uma forma de não sair do país completamente e não assumir de vez a escolha que você fez por Portugal? É um lá ou cá....

    Esta idéia de negócio no Brasil não é um atentado a uma nova vida em Portugal de um modo tranquilo? Não é arranjar sarna pra se coçar?

    Escrevo tudo isto como uma provocação... não afirmações.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Renato, obrigado pelas provocações, é disso que gosto...

      Provavelmente todos os seus questionamentos estão certos, só faço uma observação: qd vim pra Portugal não vim com a cabeça de ficar aqui eternamente então nada me impede de voltar ao Brasil ou ir para outro país.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  14. Isso é loucura sim, quem apoia é pq não tem dinheiro dele no negócio. Acredito que após o negócio estar estabilizado, sim épossível administrar a distância, porém nos primeiros dois anos isso é loucura, a chance de dar errado é muito maior do que dar certo, isso por n motivos. Vejo muitas franquias com lojas próprias, pois esta na moda ter loja própria, sofrendo com roubos, má gestão, desabastecimento, falta de pessoal, prejuízos, etc...isso com todos os controles possíveis e existentes.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Esse negócio de "primeiro X anos", "capital de giro" e "retorno de investimento" são conceitos iguais ao "olho do dono engorda o gado".

      Todas as lojas que tive eram maduras o suficiente para se manter desde o dia zero. Se não for assim, não compro. É simples. Pra mim não existe "fase de estabilização", e sim fase de crescimento.

      Particularmente não vejo isso de franquias com lojas próprias que vc disse, mas posso estar errado.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
    2. "Particularmente não vejo isso de franquias com lojas próprias que vc disse, mas posso estar errado."
      Muitas franquias estão partindo para lojas próprias e estão tendo muitos problemas. Taco Bell, O Boticário, Cacau Show, Subway, são alguns exemplos.

      Todo o negócio em fase inicial requer muito cuidado, vide o blog do frugalsimples.

      Boa sorte em sua possível nova jornada, abç

      Excluir
    3. Realmente não acompanho esses casos.

      "Todo o negócio em fase inicial requer muito cuidado, vide o blog do frugalsimples." - não amigo, não compro negócios em fase inicial, isso não faz meu tipo... Sempre compro negócios que estejam ao menos se pagando, na minha cabeça o negócio deve dar lucro desde o dia zero.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  15. e a Cielo gente que tufo nao era boa empressa?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Cielo é uma empresa maldita aos olhos do empreendedor. Já comentei isso aqui tempos atrás... O empreendedor vê a Cielo como um demônio que cria artifícios para forçar fidelização, seja por cartões que somente ela aceita (como era a desgraça do "elo" no começo) ou com planos de assinatura obscuros.

      Tem mais é que se foder mesmo.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  16. Sempre bom ter já experiência como empreendedor, ajuda muito.

    Mas existe alguns pontos que como português, acho que são um pouco complicados, que são:

    -Aqui em Portugal tem de ser tudo legal, não dá para começar como MEI que só paga 50 reias por mês de imposto;

    -Eu penso que os impostos são mais pesados;

    -Se fizer alguma coisa de errada, o risco de multas pesadas é grande;

    -As pessoas não são tão consumistas como no Brasil, muita gente compra pouca coisa, e não tem cartão de credito, nem parcela;

    Assim, esses são os maiores problemas, mas se mesmo assim, ponderou e acha que dá certo, tudo bem.

    Abraço e muito sucesso, caso deseje empreender!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não Portuga, ele tá em Portugal e quer empreender no Brasil.

      Excluir
    2. Obrigado, pelo esclarecimento. Achei que seria empreender em Portugal.

      Empreender no Brasil, faz mais sentido.

      Tem maior mercado, a população é maior. Pode começar como MEI e só pagar 50 reais de "impostos" por mês; e já conhece bem o país e as demandas.

      Abraço

      Excluir
    3. DIL, o plano é empreender no Brasil mesmo. Suas colocações sobre Portugal estão dentro do que consigo enxergar nesse pouco tempo que cá estou. Tem um post sobre isso saindo do forno, aguarde até sexta... Seus comentários lá serão muito úteis.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
    4. Ah, só pra constar. O tal MEI é muito relativo. Grande parte dos negócios não consegue sequer começar como MEI, deve obrigatoriamente ir direto ao SIMPLES ou outro sistema. O MEI serve exatamente para o que o nome diz: Micro-empreendedor, o que não é meu caso.

      Excluir
    5. Já pensei em fazer um e-commerce como MEI, mas realmente o Mei apesar de ser um boa iniciativa, só atende bem alguns empreendedores de forma muito específica.

      Acabou que depois de algum tempo de pesquisa acabei desanimando de tentar fazer minha empresa e continua com mesma vida de sempre.

      Excluir
    6. O MEI foi excelente, demorou muito para o Brasil ter um sistema assim.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
    7. Acho que os fatores elencados por nosso amigo português são mais vantagens que desvantagens. Eu empreendo em uma pequena franquia de uma conhecida marca de cafeterias e pastéis de nata em uma cidade próxima a Guimarães e vejo muito mais vantagens em empreender aqui do que no Brasil. As margens de lucro são menores e embora o mercado demográfico seja menor (no meu caso isso é uma premissa, mas há muita demanda devido ao forte número de turistas que só aumenta), explico porque acho mais vantajoso aqui, abaixo:

      -"Aqui em Portugal tem de ser tudo legal, não dá para começar como MEI que só paga 50 reias por mês de imposto";

      Sim, mas no Brasil meu negócio atual, embora modesto, já não poderia ser MEI. O fato de tudo ser legal e correto em Portugal é muito bom, porque aqui, embora tenha muita burocracia, ela pelo menos é clara, mais rápida e vc não precisa perder um rim em uma repartição pública ou subornar ninguém para conseguir uma mínima taxa, licença ou alvará.

      -"Eu penso que os impostos são mais pesados"

      Amigo, a carga tributária no Brasil é tão confusa, tão redundante, perniciosa e em cascata que é uma ilusão o empreendedor achar que está pagando apenas o Simples Nacional e ponto. De fato, não dá pra saber quanto se paga de imposto no Brasil, enquanto em Portugal a quantidade de impostos cabe na palma de uma mão e lidar com contabilidade é muito mais simplificado.
      Sim, a carga tributária em Portugal também é muito pesada, se não for mais pesada que é do Brasil (a qual nem dá pra mensurar precisamente, de tão confusa, rsrs) é pelo menos do mesmo nível. No entanto há uma grande diferença: Aqui vc vê um retorno tributário infinitamente melhor. No Brasil vc não tem retorno nenhum e se quiser ter uma qualidade de vida minimamente decente tem que pagar tudo por fora, não pode contar com nada do serviço público, o que encarece muito o custo de vida em terras tupiniquins. Uma coisa então compensa a outra.

      "Se fizer alguma coisa de errada, o risco de multas pesadas é grande";

      Verdade, e isso é muito bom! Eu prezo pelas coisas corretas, há muita trambicagem e "jeitinho" no Brasil. Essa rigidez de Portugal diminui muito isso.

      "As pessoas não são tão consumistas como no Brasil, muita gente compra pouca coisa, e não tem cartão de credito, nem parcela";
      Verdade! o perfil do consumidor aqui é muito diferente. Tem que estudar bastante o mercado e se o negócio permitir, focar em dinheiro de turistas.

      "Empreender no Brasil, faz mais sentido.
      Tem maior mercado, a população é maior. Pode começar como MEI e só pagar 50 reais de "impostos" por mês; e já conhece bem o país e as demandas".

      Acho isso muito relativo. Portugal é porta de entrada da UE. Mesmo o meu negócio, que é varejo e é pequeno, eu estou há menos de 200km de Vigo e La Coruña, na Espanha, cidades muito populosas e que recebem muitos turistas. Tenho plano de expandir uma unidade pra uma dessas cidades.
      O Porto, que está muito na moda, está menos de 70km de onde estou.Essas distâncias aqui são facilmente percorridas devido à qualidade das estradas e transporte intermunicipal excelente, embora haja muito pedágio para carros e a gasolina não assim tão barata.

      Tudo isso é apenas a MINHA OPINIÃO, baseada na MINHA EXPERIÊNCIA PESSOAL. Enfim, não fiquei rico aqui em Portugal, mas vejo muito mais vantagens em empreender aqui do que no Brasil, mas isso é muito relativo e depende muito do ramo de negócio.



      Excluir
  17. Olha, Corey. Vou esperar esses posts.
    Os empreendedores bem sucedidos que tenho contato meio que vivem para a empresa.

    Um tem um restaurante por quilo e outro tem posto de gasolina.
    O do restaurante tá td no caixa não confia em ninguém para mexer no $, faz compras e negocia com os fornecedores sempre.
    Só que não sabe fritar um ovo.

    O do posto tá td dia lá. Tem um escritório em cima da lojinha do posto, tem obsessão por fazer a sangria dos caixas e colocar no cofre boca de lobo. Diz que perdeu muito $ com assaltos.

    São negócios de sucesso mas os caras meio que casaram com os negócios. Não viajam mais do que um feriado para não ficar longe, trabalham sábados, não vão em cinema nem em shows.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A maioria dos que conheço tb é doente assim. Até escrevi um post sobre isso:

      https://coreyinvestidor.blogspot.com/2014/03/o-carro-velho-novo-do-comerciante.html

      Nunca fui assim, sempre larguei as lojas na mão de funcionários e nem por isso quebrei, pelo contrário.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
    2. Está se fortalecendo no Brail a imagem do "super trabalhador" aquele que veste em 100% a camisa da empresa. Algo similar ao que há na cultura japonesa.
      Com empreendedores isso já acontece desde os primórdios.

      Sou muito reticente com relação a isso tudo, acho que temos que ter o direito de ter tempo pra nós mesmos, inclusive pra não fazer nada se for o caso, sem que sejamos cobrados ou tidos como vagabundos.

      Excluir
    3. Vejo isso aqui em Portugal tb, há alguns funcionários que se destacam positivamente nesse sentido. Costumo dizer que são tudo o que não tenho vontade de ser e ao mesmo tempo são tudo o que queria num funcionário.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  18. Claro que é possível lucrar com uma empresa de longe. Quem produz riqueza é o trabalhador não o parasita que cuida de uma ou outra questão burocrática, esse pode estar em qualquer lugar do mundo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Anon. Depende, tem que confiar muito nos trabalhadores. E o dono ou investidor não pode ser automaticamente visto como parasita.
      Se não houver investimento, mão há negócio e geração de empregos e renda.

      Excluir
  19. Corey, vc é talentoso e tudo q põe a mão é com esforço e competência. Sou fã.
    Por falar em trambique, aí os juros são menores q aq, quem sabe pegar um empréstimo aí e alavancar no Brasil, dando um jeito de trazer o dinheiro sem taxas, sei lá. Envio-me a mente isso quando li seu post.
    Abraços e tudo d bom.
    Vai vencer!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O problema desse tipo de jogada é a variação cambial que pode e provavelmente vai matar qualquer vantagem. Não faria isso por esse motivo.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  20. Vai tomar na cabeça com essa ideia de visitar loja a cada 3 meses.
    Só um exemplo, se sua pessoa de confiança pede as contas, morre, tira férias, etc?

    ResponderExcluir
  21. Olá Corey,

    Eu realmente acho bem complicado tocar um negócio físico à distância.

    Precisaria de alguém de muita confiança (como o Paulo Guedes) :) e de um modelo de franquia.

    Já pensou em algo virtual, como uma consultoria para pequenas empresas ou um curso online para abertura e gestão de pequenos negócios?

    Vejo muitos pequenos negócios fecharem, pois a maioria dos empreendedores são aventureiros e não fazem um planejamento adequado.

    Um curso do tipo "como montar em empresa que dê lucro" pode preencher esse espaço.

    Abçs!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. II, não me vejo dando cursos on-line, não é minha vibe...

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  22. no aguardo da primeira WalCorey.

    abs!

    ResponderExcluir
  23. Possível de dar certo é e tem gente que faz. Pra maioria, mesmo quem conhece, a probabilidade maior é levar ferro.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, e aí que tá a graça, rsrs!

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  24. É totalmente possível !! não esqueça de deixar ou dar um celular com skype para quem for da sua confiança, assim ele pode te ligar a qualquer momento e você ligar para ele sem custos. colocar cameras também é uma boa e está barato... se bobear aproveita e compra ai na Europa e tras para o Brasil

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Uso muito Skype, já usava no Brasil pra fazer chamadas comuns pq é muito mais barato que planos de operadora. Aqui em PT os minutos são praticamente ilimitados, logo não há necessidade. Porém continuo usando pra ligar para o Brasil.

      Abraço!

      Corey

      Excluir
  25. Corey nao sou a favor de abrir as lojas, ai nunca saberemos o seu ramo rsrs

    ResponderExcluir
  26. Bom dia Corey, tudo bem?
    Você já pensou em fazer um comércio virtual usando o Shopify e o sistema de Dropshipping do Oberlo? Vejo pessoas do mundo todo implementando para vender nos EUA, muitos ficaram milionarios assim! Claro que tem de analisar bem o produto e a abordagem...

    ResponderExcluir
  27. Acho que esse desapego de está presente em cada negócio e a consciência que vai ter que gerir as perdas são os grandes passos para se tornar um grande empresário.

    ResponderExcluir
  28. Fala Corey, tudo bem!

    Sei que vc já tem suas conclusões, mas como o tópico é interrogativo, vou dar minha opinião, rsrs.
    Possível é, se viável a longo prazo....aí é outra história. Sou comerciante e embora confie nos meus funcionários sempre tenho como premissa aquela velha máxima de que o "o dono é que engorda o gado".
    Se a sua ideia for trabalhar com empreendedorismo 100% online/digital, com foco no público do Brasil ou outros países da Europa, o que independe de localização física, Portugal é um ótimo local de base por causa da qualidade de vida, mas nesse caso eu iria para o Principado de Andorra, divisa entre Espanha e França, pois lá estrangeiros são isentos de imposto de renda e a taxa de impostos mesmo pra quem constitui pessoa jurídica, é muito baixa, menos de 10%.
    O custo de vida, os preços de habitação e alugueis estão entre os mais baixos da Europa. O IVA é muito baixo, o que torna os produtos de bens de consumo em Andorra mais em conta que seus vizinhos e até mesmo que Portugal. Mas empreender com negócio físico em Andorra é impossível, pois o pequeno país tem apenas 100mil hab, não há mercado.

    ResponderExcluir
  29. Ideia legal Corey, no entanto acompanho seu blog desde o início e pelas experiências que você relatou em negócios anteriores, acredito que você não seguirá em frente com esse projeto. Lembro do esforço, da dedicação, da intensidade que você descrevia que era necessário para executar bem uma aquisição e venda. Não consigo imaginar que você conseguirá alguém que possa fazer isso como você faria aqui no Brasil. Sendo assim, acho que pensará melhor, vai reler seus posts e concluirá que não vale a pena. De qualquer forma se for em frente, terei muita satisfação em ler seus relatos. Tudo de melhor aí.

    ResponderExcluir

Os comentários desse blog são moderados, ou seja, passam pelo meu controle antes de serem publicados. Esse é o motivo pelo qual seu comentário não aparecerá logo após você clicar em "Publicar", portanto não precisa postar 2 ou 3 vezes! Posso demorar, mas publicarei e responderei todos os comentários que não contenham trolagens, intrigas, propagandas e baixo nível.