quarta-feira, 21 de outubro de 2015

"PORQUE OS EUA SÃO MAIS AVANÇADOS QUE NÓS?"

Estou na correria pra consertar minha vida, enquanto isso vou compartilhando coisas que achei por aí. O texto de hoje é muito, mas muito bom mesmo. Vale muito a pena ler. Segue:

http://mundoraiam.com/porque-os-eua-sao-mais-avancados-que-nos-a-resposta-esta-na-juventude-schwarzenegger-explica/

42 comentários:

  1. Muito bom! Devorei o artigo e assinei o RSS....

    Queria sabr a opinião do pobreta sobre esse artigo...kkk

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    1. Pobreta vai xingar dar rage e se vitimizar , como sempre! Aliás , o autor fala disso no post dele ne.

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    2. O artigo é bom mesmo. Agora o Sr. Rodrigo Monteiro Ferreira foi esculachado de todas as formas no blog do Pobretão e agora vem pagar de gatão aqui no blog do Corey rsrsrs... só rindo mesmo.

      Anon das Betoneiras

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    3. Pensei o mesmo... Mas a saída do pobreta da casa dos pais, acho que no fundo, vai melhorar muito para ele....

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    4. É impressionante.
      Vocês imundos saem daquele chiqueiro ditatorial e ficam procurando outros blogs para ficar discutindo sobre aquele personagem que bloqueia seus comentários.
      Porque não discutem sobre o que foi postado aqui no blog do corey?
      O texto tem tanta coisa de interessante e vcs com a mente presa naquele mimimi.
      Depois vão reclamar quando se tornarem velhos fracassados.

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  2. Corey,


    Em toda empresa, voce terá 3 tipos de funcionários:
    1-) O estrela: aqueles 10-20% que se sobressaem, que puxam a barra pra cima
    2-) A turma que entrega, mas não necessariamente se sobressai, nem tampouco pisa na bola
    3-) Os menos eficientes, que puxam a produtividade do time pra baixo, de diferentes maneiras: seja pela inveja, fofoca, corpo mole, baixa motivacao, e eficácia desastrosa.

    A maneira como uma empresa e sua lideranca identifica, premia, incentiva e trabalha e ate pune individuos desses tres grupos, sera determinante na cultura da mesma, separando assim uma empresa mediocre que apenas sobrevive com retornos financeiros negativos ou abaixo do esperado, de uma empresa dinamica, competitiva e que tem a capacidade de se reinventar. Isso é o core do que chamamos capitalismo.

    O mesmo pode-se dizer para paises. Ai que esta o X da questao do que realmente falta ao Brasil: sempre adotamos um capitalismo parcial (ou meia boca), onde uma visao de origem catolica e latina sempre enxergou lucro e meritocracia como algo pouco nobre, quase um pecado capital.

    Respondendo a pergunta do seu post, o que falta no Brasil é mais liberalismo, mais competicao de pessoas, empresas, mercados, e menos, muito menos estado em todas as eferas. Só assim pessoas, empresas e o país dito do futuro podem participar desse jogo mundial chamado: desenvolvimento.

    Investidor Diversificado
    investidordiversificado.blogspot.com

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  3. Muito bom o texto.
    E não é só os estados unidos que é melhor que o Brasil, a grande maioria dos países da europa e américa central e do norte, são muito melhores.

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  4. Corey,

    Vc ficou de postar os sites que costuma acompanhar. Quando tiver disponibilidade, por favor nos informe.

    obrigado

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  5. Muito bom o artigo, mas ele se restringiu desnecessariamente à juventude.
    Na verdade, os EUA são mais avançados que nós por causa do seu grau de liberdade muito maior.
    Isso se reflete no modo de pensar e agir de todas as faixas etárias e não só na juventude.
    Isso é válido não apenas para os EUA, mas mundo a fora: Cingapura, Hong Kong, Nova Zelândia, Austrália, Suiça, países escandinavos (sim, estes também).
    Segue uma lista de artigos interessantes sobre esta posição:
    http://www.institutoliberal.org.br/blog/liberdade-economica-e-desenvolvimento/
    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1804
    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2059
    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=632

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  6. Concordo..Mas acho que vai muito além de pensar positivo. Além do nosso vitimismo (me incluo nessa), os países estão montados para objetivos diferentes.

    Vão se passar 500 anos, e o Brasil continuará sendo o que é, e os EUA sendo o que é.

    Nosso povo é muito sofrido, tudo muito difícil. Posso dizer que fui privilegiado, consegui seguir carreira como autônomo, e estou me dando bem, mas um dos principais motivos, foi o apoio financeiro no inicio da vida, e um certo conhecimento financeiro que adquiri lendo, e foco em redução de custos, etc. Quem nasce pobre, sem condições, tem uma grande tendência a se dar mal, e nem digo por problemas de bairro, violência, etc.

    * Logística e alimentação. Nosso país é grande, e o deslocamento custa caro demais. Pessoas que trabalham longe de casa pagam combustível caro e alimentação fora, caríssimo também.

    Fica claro que aqui é muito mais difícil do que nos EUA, caso você seja pobre, porém, não impossível de reverter a situação.

    O governo aqui, por outro lado, também é paternalista demais, existem muitas leis trabalhistas, FGTS, e várias outras contribuições que o empresário deve arcar.

    Além da cultura empreendedora dos EUA, o governo de lá, não se mete tanto na questão "empresa x funcionário".

    É comum ver no Brasil, pessoas querendo ser demitidas, algumas a qualquer custo, para receber os "direitos", e vários casos em que a empresa não demite, pois em alguns casos, é mais vantajo$o, ter um funcionário fazendo merda, do que mandá-lo embora e pagar a demissão.

    Aqui, muitas coisas são artificiais, o governo cria exigências, como por exemplo: Muitos alvarás e complicações para funcionamento de empresas, assinatura de um responsável técnico para certos ramos. Tudo bem, nem todos os casos são errados, mas são muitas exigências desnecessárias. Isso cria uma falsa demanda.

    O salário que será pago para o responsável, será repassado ao consumidor, na forma de um custo mais alto, então haverá menos consumidores. Isso criou a cultura de faculdade.

    E por fim, profissões inúteis, como frentista, peão de fábrica, entre outras que não lembro agora. Estas pessoas poderiam estar trabalhando em coisas que agregassem valor, sendo autônomos, em qualquer área, consertando coisas, sendo pintor, pedreiro.

    Dá pra ir longe falando das coisas que só acontecem no Brasil, mas eu também não sou ninguém para falar alguma coisa, sou autônomo, não tenho CNPJ, não tenho funcionários, não emito nota fiscal, não pago imposto algum sobre minha renda, e não vou resolver os problemas do país.


    Att,

    Pretoriano

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  7. Um detalhe é que nos EUA, se o cara não for branco germânico anglo-saxão, dificilmente ele será considerado um americano, a não ser que seja famoso.

    Asiáticos, latinos (nós), índios e negros são vistos como cidadãos de segunda classe por lá, mesmo que sejam americanos no papel. Tanto é que vivem em grupinhos fechados como típicos excluídos da sociedade.

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    1. Pois é, isso é tão verdade que eles elegeram um presidente negro sem querer. É cada uma que tenho que ler.

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    2. Houve muito marketing em cima do Obama. Além do que, fizeram muita chantagem racial, do tipo: "Se não votar, é porque é racista". Essa eleição foi só para mostrar para o mundo que eles não são racista. Os EUA ficaram com uma boa imagem mundo afora depois dessa eleição. Ou seja, visto de fora, parece ser uma nação multicultural onde não há preconceitos e todas as raças vivem de forma harmônica. Porém, visto de dentro, continua na mesma. Grupinhos separados de asiáticos, grupinhos separados de negros, grupinhos separados de latinos, grupinhos separados de brancos e assim por diante. Tem uma youtuber brasileira radicada nos EUA que postou um video falando sobre essa questão racial. Disse que tinha um amigo asiático lá e o cara disse para ela que não acreditava que ela o aceitou como amigo, pois lá é difícil disso acontecer. Quando andavam juntos no metro, todo mundo ficava olhando para eles. Lá é cada um para um canto. Vivem separados. Bairros separados. Escolas separadas. Eles não se bicam. Prefiro mil vezes o Brasil nesse ponto. O cara pensa "elegeram um presidente negro! Vou para lá que o país deve ser bem cabeça aberta". Vai lá e acaba tendo que se enturmar com brasileiros ou outros hispânicos em comunidades fechadas para poder sobreviver.

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    3. Ben Carson (que está nas prévias para ser candidato pelos Republicanos e até aqui indo muito bem, apesar dos ataques da mídia progressista dos EUA que tenta empurrar a Hilary Clinton como sucessora de Barack Obama) também vai entrar na cota de marketing ou alguém vai admitir que existe Marketing Político para tudo o que envolve esse âmbito?!

      Ah se fosse simples assim... "só marketing".

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  8. Que os EUA estão a anos luz do Brasil isso não é novidade, mas existem alguns pontos que até mesmo nessa poçilga ainda é melhor que lá por incrível que pareça como por exemplo as mulheres daqui e as de lá.
    Ex: aqui ainda dá para garimpar uma mediana ou outra, com um civic vc se torna um semi-déus em uma cidade menor, com as roupas certas e os items certos vc se torna bem-sucedido com as mulheres daqui. Já por lá não basta ter roupas bacanas, carro razoavel e um shape de malhadinho, se vc não for o mais rico, o mais estiloso, o mais alto, o mais musculoso vc se fode bonito e fica a ver navios principalmente sendo pardo, asiatico ou branco tipo portugues/espanhol; lá vc competirá caras fodasticos tipicos dos filmes de colegial americano, não é que nem aqui que vc ainda consegue ludibriar as minas, a exigência é altissíma e sendo latino vc ainda pode ser taxado de estuprador maniaco.

    Outro ponto negativo é ostentar em países desenvolvidos: carro no minimo bmw, roupas estilosas e de marca, shape do cara da revista Mens' health, cabelo da moda, tudo isso é obrigatório, a nova geração de jovens americanos está cada vez mais se preocupando com aparência, aqui no Brasil como já mencionei tendo um carrinho bacana vc já vira um semi-deus não só com as mulheres mas com amigos e parentes, por lá se vc não tem isso vc é automaticamente um lixo humano que merece ser colocado em um navio para ser deportado de volta.

    Lá o feminismo está na sua versão 2.0, se vc acha aqui ruim nem queira saber como está por lá.

    Emprego para um latino mesmo com diploma de engenheiro ou médico é para lavar privadas, diploma brasileiro é papel higienico por lá, só se vc for um profissional que realmente está em falta por lá ai eles fazem uma vista-grossa mesmo vc tendo de revalidar o diploma.

    Enfim, EUA é só para quem nasceu americano e com uma genetica foda, se vc aqui nem é um supra-mediano, lá vc será um sub-humano que terá de se contentar com os piores empregos (isso se tiver) e tudo que um americano joga fora para vc é um privilegio. Paises bons para brs estão na Asia e Africa, ouça bem, bons para BR's não digo que eles sejam bons, simplesmente pq lá com seu diploma vc pode fazer uma boa grana devido ao potencial desses paises.

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    1. Medianas? Semi-Deus? Genética? Como ostentar em países desenvolvidos? Meu Deus!
      Essa turma é muito sem noção....

      Os EE UU são o mais perto do que se pode chegar de um país receptivo para imigrantes neste planeta.

      Obviamente (e infelizmente) que pra entrar precisa preencher requisitos mínimos, o que não é possível pra maior parte das pessoas, independente de seu país de origem.

      O fato é que a maioria de nós brasileiros larga muito atrás em relação a pessoas de países mais civilizados, já que nossa educação é muito rasa, o que se percebe desse comentário infeliz, em que o cidadão discorreu sobre todas as possibilidades de PARECER melhor que os outros, quando deveria estar preocupado em se TORNAR melhor a cada dia que passa.

      Infelizmente esse pensamento é dominante entre nós, e traz sérios prejuízos à imagem dos brasileiros no mundo.


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    2. Portugueses e espanhóis não são brancos, são mediterrâneos...

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  9. Corey, o texto tem lá algumas qualidades, mas esse Raiam é um GRANDE mala.

    Repare que ele escreve como um moleque de 17 anos(está preocupado com briguinha de colégio), fora que foi demitido da ESPN em tempo recorde, menos de um mês, e por pouco não foi ao vivo.

    Pra quem estudou em Wharton, trabalhou em Wall Street e hoje, na idade que tem, escreve livros e dá palestras motivacionais, convenhamos que 'não se deu muito bem' né..




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    1. Concordo com você, também tem de mandar ele ler pelo menos Os Donos do poder do Raymundo faoro, aí ele pode escrever algum artigo comparando eua e brasil.
      Deviam criar um prêmio Nobel para pensador de rh.

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    2. Eu tenho os dois pés atrás com gente que é O CARA em tudo sabe?
      Principalmente gente que cospe A SOLUÇÃO para tudo, que vem falar coisas como se tivesse descoberto o fogo ou encontrado a solução para os conflitos do mundo, como se a vida das pessoas não tivesse inúmeras variáveis que influenciam sim em como será seu futuro.
      Fico só observando.
      Além do mais o cara acha que é o intelectual porque lê uns livros de auto ajuda, porque convenhamos, uma boa parte desses livros ditos corporativos, são uns belos caça níquel.
      Nada contra o corey, porque entendi i propósito dele ao colocar esse link aqui, mas eu sou sempre muito observadora e crítica com tudo que leio/ouço.

      Sandra

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  10. corey, mudando um pouco de assunto, sei que você sempre fala em empreender em ramos que tem históricos de lucro, coisas que sempre deram dinheiro.

    Mas você não acha que hoje está muito caro um negócio tradicional?

    Aluguel, maquinário, combustível, funcionários..

    Em negócios como posto de gasolina ou padaria, onde a margem é apertada, é muito difícil.

    Como pensar em algo novo? Por mais que eu tente, quando penso, sempre vem as mesmas coisas na minha cabeça, posto de gasolina, açougue ou padaria.

    Não tenho ideias inovadoras, não entendo de tecnologias e startups, não sou um gênio. Possuo apenas bom senso e discernimento pra calcular se algo dá lucro ou prejuízo...Mas minhas ideias capitalistas estão nas áreas que citei acima.

    O que você pode me aconselhar?

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    1. Amigo vou intrometer na conversa, mas acho que você está no caminho certo, para quem não é visionário, não tem um Know how em tecnologia cabuloso, investir nessas star ups que viraram modinha é arriscadó, e ter uma ideia criativa e inovadora não é tão simples assim. Como você disse que tem bom senso e discernimento para cálculos, o negócio é pegar isso que em tese sempre dá dinheiro mesmo, açougue é uma boa ideia. Tem essa postagem do Corey que eu achei uma das melhores: http://coreyinvestidor.blogspot.com.br/2015/05/tenha-sucesso-na-sua-empresa-em-5.html
      Além do que em termos de comércio penso, que o ideal seria você aprender sobre todas as etapas do seu empreendimento, fazendo trabalho braçal, mesmo, tem um conhecido que foi investir em açougue e a primeira coisa que ele fez foi trabalhar com todos os serviços bem operacionais e administrativos da área. Com isso acho que se for comércio escolher um lugar limpo, e com uma certa dose de conforto ambiental é uma ótima ideia aliados ao que creio eu seja o maior desafio o atendimento ao cliente, que aí vocÊ tem que pensar bem pois seu funcionário nunca vai dedicar o que você dedica para o negócio, até porque não é dele, por isso é importante escolher bem, treinar e dentro do possível reconhecer o trabalho dele. Fuja de redes, franquias, pois numa época como esta, elas exigem determinados números de funcionários, fornecedores que podem tornar bem caro seu negócio, a não ser que seja uma franquia muito consolidada e famosa e seja uma grande novidade na sua região. Porém pode ser que tudo isso não dê certo, pois não existem regras prontas. Felicidades no seu empreendimento

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  11. Impressionante a falta de conhecimento que as pessoas tem sobre os EUA e a quantidade de bobagem que escrevem.

    Me refiro ao Anônimo "22 de outubro de 2015 12:20"

    EUA é um país muito pragmático, e bem diferente do esteriotipo "comedor de hamburguer". A base da populacao americana é feita basicamente de imigrantes. So para ter uma ideia nos últimos quatro anos imigraram quase 5 milhoes de pessoas aos EUA, muitos asiaticos, latinos e europeus. Tirando alguns guetos especificos em algumas regioes mais atrasadas, o país é bem aberto a outras culturas e com um grande foco em resultados. Se você traz resultados profissionalmente, para a sociedade, se você se esforça, e trabalha sério, você é bem valorizado independente da raça.

    Dizer essa tremenda bobagem sobre "cidadao de segunda classe" nos EUA é o mesmo que dizer que no Brasil so tem indio ou que os italianos passam o dia comendo pizza. Infelizmente tem gente que se limita demais a ver o mundo de uma maneira muito pequeno e atraves de esteriotipos limitados.

    Investidor Diversificado
    investidordiversificado.blogspot.com

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  12. Os EUA são um país rico, mas, por outro lado, para ostentar lá é muito mais foda que aqui. O brasileiro que dirige um populixo aqui no Bostil pode ir aos EUA e comprar um carro melhor, porém, esse carro será um populixo lá, em um país em que qualquer um pode ter um carro. Logo, não será destaque algum. Há várias pegadinhas no youtube de americanas que esnobam os caras quando eles aparecem com carros simples e depois abrem as pernas quando o cara aparece com um Bugatti. Vai andar de Honda Civic lá para ver se pega americana. Nem brasileira ilegal o cara vai pegar.

    Não são só asiáticos, latinos e negros que são vistos com desdém pelas mulheres americanas, até mesmo americanos brancos desfavorecidos são rejeitados pelas gringas loiras. Por isso que lá se vê muito americano branco com mulher asiática. O cara não pega gringa loira e tem que namorar com asiática. Quem já foi para os EUA sabe disso. É o tipo de casal inter racial que mais se vê por lá. Americano (anglo saxão) fracassado casa tudo com asiática. Aquela youtuber Rio Hunter, que é um brasileiro que mora nos EUA, que tem green card e um emprego bom, só teve duas namoradas lá em Los Angeles: uma índia e uma coreana. Loiras americanas ele já até desistiu de tentar. Viu que não é para o bico dele. Se estivesse no Brasil, pelo menos uma morena latina gostosa ele conseguiria, mas como está nos EUA, tem que se contentar com asiáticas sem bunda e redtube. Com exceção de casos raríssimos como do Dr. Ray, a maioria dos não anglo-saxões não serão aceitos pela sociedade americana e serão sempre vistos como "eternos cidadãos de segunda classe". A questão racial lá é uma coisa complicadíssima. Nem o negro brasileiro é aceito pelos negros americanos. O Brasil ganha de 10 a 0 nesse aspecto, uma vez que aqui a galera anda toda junta.

    Porém, esse desespero diminui se o brasileiro for para a Flórida, uma vez que lá há uma grande quantidade de latinos e se sentirá um pouco mais em casa.

    Há coisas boas sobre os EUA, mas o lado negro do país também tem que ser abordado, pois quanto mais informações (sejam boas ou ruins), melhor.

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    1. "Os EUA são um país rico, mas, por outro lado, para ostentar lá é muito mais foda que aqui"

      E qual a necessidade de OSTENTAR seu animal?

      Viver em um país 1000x mais seguro, decente e com boa qualidade de vida não te basta?

      PQP viu, bostileiro MERECE o chiqueiro em que vive...A vida nunca está boa se não fizer inveja no vizinho com seu gol de plástico financiado em 60x que mal sai da garagem por falta de $ pra gasolina.

      Lixo de país! Realização pessoal pra mim é cair fora desse lugar amaldiçoado com povo de mentalidade medíocre!

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    2. Calma aí, parceiro. Desse jeito parece uma bicha histérica precisando de uma camisa de força.

      Claro que ninguém vai para os EUA no intuito de ostentar. Mas há muitos brasileiros que vão lá achando que comprando qualquer carro de 5k vão sair apavorando geral, quando, na verdade, não passarão de escórias da sociedade que ninguém leva a sério. Esse é o ponto. O cara pensa que lá vai ter condições de comprar um carro melhor que as carroças daqui do chiqueiro, mas o carro que ele comprar lá será um carro que qualquer mexicano ilegal tem.

      O ser humano é vaidoso por natureza. Não adianta negar. Todo mundo quer se vestir bem, andar de carro bacana, justamente para ganhar respeito da sociedade e ter auto estima. Nos EUA é como no Bostil: se o cara é pobre, é perdedor. Lá é ainda pior esse negócio de "loser". Se o cara for um "loser", será esculhambado do mesmo jeito. De forma diferente, mais vai.

      Claro que os EUA são um país mil vezes melhor que o Bostil, mas não é essa Disneylândia que nego anda pintando por aí. Os EUA são um país bom para o cidadão americano anglo saxão. Achar que vai chegar lá com essa carona de brasileiro, sotaque latino, nome e sobrenome de merda e viver o "american dream", ter qualidade de vida e se casar com uma loira é o cumulo da inocência. Vai chegar lá, alugar um quartinho, trampar em sub emprego e, no máximo, se casar com uma asiática como todo bom perdedor lá dos EUA. Para quem mora nas favelas ou periferias do Bostil isso pode ser qualidade de vida mesmo. Portanto, vamos com calma aí e analisar as coisas tanto para o lado bom como para o lado ruim.

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  13. Apesar das falhas no resumo biográfico do Arnold, um dos melhores textos que li. Penso igual.

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  14. Achei o texto até interessante, mas é sempre a mesma coisa, esses blogs não anônimos viram sempre autopromoção e venda de alguma coisa, no caso desse palestras e livros, além disso o cara quer investidores pra start up dele.

    O texto foge do tema, não aborda a juventude em específico e, apesar de ter alguns pontos positivos, acaba sendo contraditório, fui ler outros posts e até pensei em acompanhar, mas não rola, o cara é filho de piloto de avião que virou funcionário público, ou seja, tem grana com certeza mais de 30 mil por mês o pai dele ganha. O moleque se gaba de ter estudado no melhor colégio particular do rio e depois vem com chorumelas dizendo que as faculdades americanas olham história de vida e cor da pele pra selecionar, dando a entender q ele passou alguma dificuldade e superação na vida, lixão hipócrita.

    Pra mim não tem mérito, o cara é um mané riquinho que só foi estudar nos EUA por ser rico e preto, obviamente não deu certo lá, tanto que voltou pra esse lixo (ele deve ter levado vários pés na bunda das empresas em que trabalhou), com o migué que o "jovem tem que empreender para mudar o mundo", coisas que o blog, as palestras e livros dele não fazem nem de longe. O que ele quer mesmo é ganhar uma grana em cima desse povo trouxa que é o brasileiro, já que lá nos EUA o papo mole dele não colou.

    Depois ele fica se associando aos mentores dele, Joaquim Barbosa etc, e novamente não demonstra competência, pois fica se escorando na reputação alheia, a qual inclusive ele critica em outros posts (já que, com razão, detona os concursos e títulos, mas não vê o Joaquim foi concursado 20 anos no MPF, dos quais 9!, ficou fazendo doutorados no exterior, ganhando salário). Realmente não gostei e não lerei mais aquele blog, mas agradeço vc ter compartilhado.

    Prefiro blogs de pessoas anônimas, pois não ficam querendo vender mentiras, nem livros ou palestras, os tópicos são mais verdadeiros, não tem comparação. Vejo blogs pra acompanhar as histórias de vida das pessoas, aprender algo, e não pra ficar engolindo baboseiras como a daquele blog q vc recomendou... o seu blog da de mil a zero naquele, é gosto meu, certamente não compartilhado pelo povinho do brasil.

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  15. Eu gostei da postagem das comparações e acho que serve de reflexão para o modo que a juventude está vivendo. Como falou um colega aí em cima eu fui uma privilegiada também, então de certa forma pode até ser errado a minha crítica. Mas o que eu vejo é que a maioria dos brasileiros principalmente os jovens estão vivendo muito no coletivo, só conseguem, estudar, viajar ter inúmeras coisas porque contam com todo um aparato familiar, pai, mãe, irmãos cada um dando um pouco de si, mesmo os mais pobres, se tivessem que fazer isso tudo com o próprio dinheiro, a maioria não conseguiria. Daí aumenta o tempo morando na casa dos pais e quando tem que mudar isso sofrem bastante.
    Outro grande problema que eu vejo é a 'educação" no país, a faculdade virou uma linha de produção de diplomas. Tenho curso superior em engenharia e trabalho como analista, também dou algumas aulas particulares e leciono em uma escola técnica também, tive esse semestre alguns alunos de ciencias contabeis com dificuldades em estatística nas suas aulas em uma uniesquina, fiquei impressionada pois a galera não conseguia nem elevar os dois lados de uma equação ao quadrado para retirar a raticiação, isso pq estão no 4° período. Isso me deixou muito assustada, fico pensando que merda de contadores que essas faculdades estão formando. Fora que o problema é leitura passei um livro no técnico para o pessoal ler chama A Meta do Eliyahu M. Godratt e todos reclamaram e olha que eu dei 2 meses para leitura, ainda tive que escutar de um aluna que se ela gostasse de leitura estava estudando era direito. Agora me digam como um profissional quer ser bom sem realizar leituras, olha que o livro que eu passei nem era técnico.
    É clichê mas eu acho que precisamos urgentemente mudar drasticamente a educação de base brasileira, essa tentativa de método do Paulo Freire, acho que não tá rolando mais não.
    Sobre concursos públicos fiz dois, achei a maioria do conhecimento cobrado lá inútil, e principalmente não primava pela experiência, mas para quem não tem Q.I, nem influência e era bom de memorização na faculdade é uma excelente saída.
    O que eu não entendo principalmente na área de administração, é que o concurseiro tá lá deitando e rolando sobre Fayol, Drucker, Taylor, Bandura, mas cadê que os servidores púbicos colocando isso em prática hein? Pq que o cara precisa saber isso se ele vai as vezes somente arquivar documentos.
    Acho que o contexto histórico americano, aliado a cultura faz com que o o país esteja bem na frente, fora as escolas fodas de empreendedorismo e o ensino de lá.
    Claro que existem muitas desvantagens, mas francamente xenofobia tem em todo lugar.
    Gostaria bastante que o Brasil mudasse, porém sou bem pessimista, como dito acima acho que pode passar 500 anos e o Brasil vai manter o mesmo.

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    1. Eu não compreendi a primeira parte do seu comentário, sobre os jovens dependerem da ajuda dos outros os ricos e os pobres.
      Mas quando a segunda parte, concordo 100%, faculdade hoje é linha de produção, e infelizmente não é apenas uniesquina como vc falou, são as públicas também, pois é a mentalidade das pessoas, conheço pessoas que estudam e pessoas que estudaram em públicas, de dar medo. E olha que tenho nível superior e não vejo motivos para ter preconceito com curso técnico, é questão de humildade e sinceridade. A pessoa quer estudar mesmo, ler, pensar, desenvolver vai para uma faculdade. A pessoa quer trabalhar, ganhar dinheiro, prosperar em uma área específica, faz um técnico, ai o cara aprende o que de fato vai usar, não é demérito algum. O que falta é honestidade por parte de todos.
      Quanto a concurso, acredito que o que se cobra nas provas é unicamente com o intuito de peneirar, SÓ ISSO! E sinceramente, eu entendo quem tenta um concurso, só quem trabalha para sobreviver e tem família sabe o quanto o dinheiro é a mola que move o mundo.
      Abraços

      Sandra

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    2. Olá Sandra
      Seu comentário veio agregar bastante para conversa. Sobre a primeira parte o que eu quis dizer, foi sobre o fato dos jovens ficarem na casa dos pais, por longos tempos, sem assumir, contas básicas da vida independente, o que facilita muito na ostentação, entre outras coisas. Eu, por exemplo depois que formei saí de casa e assumi minhas contas e necessidades, deixei de fazer muitas coisas bacanas, por ter que economizar entre outros, e sofri muito no início pq saí do 8 a 80 bruscamente. Tem jovem hoje que arruma filho e leva para casa para manter no aparato familiar que ele está acostumado. Se conseguir manter a vida assim ótimo, o problema é que como se diz naquela expressão "uma hora a casa cai".
      Gostei da sua visão do que é universidade, pois é justamente o que eu penso também, e que pena que a faculdade pública também está assim, acho que com esse comentário que você fez voltamos na questão da precariedade da educação de base brasileira. Não tenho preconceito nenhum contra alunos de técnicos, inclusive acho que o conhecimento empírico em várias áreas (principalmente gestão), vale muito mais que várias e várias teorias.
      Também entendo pessoal que precisa de estabilidade procurar concursos, acho que se tivesse em uma situação de ter que sustentar família também tentaria algo que focasse em estabilidade.
      Obviamente nos que focamos em empreendedorismo também sabemos a importância do dinheiro, pois temos metas a cumprir, planos e relatórios que temos que fazer. Além do foco do empreendedorismo, construir patrimônio prestando um serviço para população e gerando empregos para os outros.
      Muito obrigada pela análise
      Abraços

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    3. Agora entendi seu comentário, obrigada por voltar e esclarecer.
      De fato, ter a coragem de começar com suas próprias pernas, e gastos, uma vida independente poucos tem, é mais comodo mesmo, ficar o máximo de tempo possível na casa dos pais, mas isso gera imaturidade e uma completa ignorância quanto ao real padrão de vida que aquela pessoa pode ter. Tem jovens que não tem noção alguma e ostentam coisas que não condizem com seu real padrão de vida.
      Eu gostaria muito que a forma de pensar a educação no Brasil fosse diferente.

      Abraços

      Sandra

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  16. Ótima leitura, muitas coisas nas quais concordo e falo com colegas ao redor.
    O item 1 é o meu fraco, preciso mudar esse vitimismo, que não leva ninguém a lugar nenhum.
    O funcionalismo público no Brasil é uma desgraça para nosso desenvolvimento.

    Um forte abraço!

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  17. Excelente recomendação Corey. Muito bom o blog do Raiam.

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  18. O artigo é bom Corey, mas o fato é que o americano e o europeu desde cedo recebe uma educação de nariz empinado, crescem já se achando o cara. Já os brasileiros, nem educação direito recebem, brasileiro não tem auto-estima.

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  19. Corey.... as vezes não precisa escrever nada mesmo... Só esta indicação de post foi algo fantástico. Valew mesmo....

    O blog do Raiam foi lá nos favoritos e no feedly.......Valew mesmo.......

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  20. Espero por melhores momentos realmente
    Em um simples passeio por alguns bairros no fim de semana é possível ver junto a sinais de trânsito, onde chovem folhetos de construtoras, o esforço hercúleo para reverter o cenário. Há anúncios de feirões, saldões e todo tipo de oferta. A Gafisa, por exemplo, fez uma campanha em que arcava, até 2020, com IPTU e condomínio das unidades residenciais vendidas. Passagens aéreas para os Estados Unidos foram atrativos oferecidos pela Brookfield aos compradores de um de seus empreendimentos. Numa atitude impensável em outros tempos, várias empresas também acenam com descontos de até 50%, como a Even
    forte abraço
    dimitatu

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  21. Otimo artigo

    Já dizia Olavo Bilac "Para o Brazil falta uma boa guerra, e perde-la..."

    ps. te adicionei lá na minha lista de blogs

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  22. O corey não responde mais os comentários??

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  23. Corey, obrigado pela dica do Raiam, curti muito o site do cara

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  24. Esse artigo tem muitas falhas, ele superestimou a cultura e nem sequer citou a economia e o fato de que por lá ser empreendedor é muito mais FÁCIL, até porque não tem o governo arrancando quase a metade de tudo que vc ganha.
    Também é muito simplista culpar o jovem brasileiro por não sair de casa cedo sem citar que o jovem gringo pode sair pra trabalhar no mcdonalds fritando batatas...e isso já dá dinheiro pra viver melhor que muito MÉDICO aqui. Assim é muito fácil sair de casa mesmo.
    No mais...esse cara fala de coisas óbvias como se fosse uma graande descoberta.E ele nem é tão bem suscedido assim, cadê a grande Apple que ele montou? Cadê o facebook? Ele diz que um defeito brazileiro é não ser empreendedor e ele mesmo não é, preferiu a segurança de um empreguinho, o que se deduz disso?
    Os americanos tem a expressão: 'put your money where your mouth is'. Pois é...

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  25. Vá no blog desse cara, veja a sessão 'quem sou' e veja como ele é hipócrita.
    Cara fala tanto da meritocracia dos gringos mas o que ele tem não veio de meritocracia nenhuma, veio da ditadura politicamente correto americana pra beneficiar negros, latinos etc, com cotas.
    Pra quem não sabe as universidades lá discriminam sim e favorecem esses grupos de vitimistas profissionais.
    Se hoje existe cotas nas universidades aqui foi imitando o que a esquerda de lá fez nas universidades por lá.

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