quinta-feira, 16 de julho de 2015

A Quantas Anda Meu Inglês

Algumas pessoas que acompanham o blog tem me perguntado como vai meu estudo de inglês, como está meu nível, o que tenho feito pra estudar, etc. Essa será um breve resumo sobre esse assunto.

Nos últimos 2 anos tenho levado o estudo de inglês a sério. Após mais de uma década sem estudar o idioma (frequentei escolas de inglês tradicional durante a adolescência), voltei a estudar dessa vez por conta própria. No começo foi bem complicado por vários motivos, o primeiro é que estava a algum tempo sem estudar nada, logo voltar a estudar foi complicado, ainda mais inglês que foi algo que sempre detestei e tive dificuldade, mas sou adulto e esse era um conhecimento que eu queria e deveria ter, fui em frente, venci esse primeiro problema e comecei a estudar com afinco. Outro problema sério foi encontrar um método que se adaptasse tanto a minha necessidade quanto ao meu tempo/dinheiro disponível. Testei de tudo: aulas demonstração de cursos tradicionais, curso on line, curso de banca de jornal (dvd + revista), cursos no YouTube, apostilas... Nada disso parecia funcionar, era tudo muito formal pra mim. Sou um cara preguiçoso em aprender coisas que não me agradam, esse é o principal motivo pelo qual não entendo porra nenhuma de política e contabilidade (mesmo sendo empresário), por exemplo.

Após ler muito a respeito dos métodos de aprendizagem de inglês conclui que antes de mais nada eu deveria identificar a minha necessidade e somente após isso estabelecer um método e rotina de estudo. Conclui que minha necessidade vital era entender o inglês falado e ser capaz de me comunicar usando o idioma. Leitura é algo que foi praticado na adolescência nos cursos tradicionais que frequentei, logo era algo que nunca tive muita dificuldade, naquele primeiro momento quando retomei os estudos a leitura estava enferrujada somente devido a falta de vocabulário. A escrita não era (e ainda não é) algo extremamente necessário, logo ficaria em segundo plano.

Minha necessidade nada mais era que a necessidade natural. Quando um bebê aprende a se comunicar, primeiro ele entende o que as pessoas falam, depois ele começa a falar e por último ele aprende a ler e escrever. As escolas de inglês seguem o sentido oposto, logo torna o aprendizado anti-natural, chato e ineficiente. Decidi que iria partir para o caminho natural e antes de mais nada dominar o entendimento da língua falada. Comecei ouvindo podcasts, assinei o ELSPOD que na minha opinião é o melhor podcast pra quem já tem algum conhecimento de inglês. No começo eu tinha que ouvir esses podcasts pelo menos umas 3 vezes pra entender uns 50%, seguindo o transcript eu conseguia entender uns 80%. Pra resumir a conversa, hoje em dia eu os ouço por ouvir porque entendo 100% na primeira vez sendo que muitas vezes acho chato porque o ritmo é muito lento.

Ouvindo os podcasts percebi que era necessário adquirir mais vocabulário, para isso comecei a fazer pesquisas na Wikipedia sobre temas que eu já sabia bastante. Por exemplo: na época estava lendo um livro sobre o WalMart, então fui na Wikipedia e li o artigo em inglês sobre o tema. Por saber a estrutura da história ficava bem mais fácil entender as palavras dentro do contexto. E aqui entra o pulo do gato: procuro não traduzir palavras, se não sei alguma palavra tento entender dentro do contexto, se mesmo assim não consigo pesquiso o significado dela em inglês, como se pesquisasse uma palavra em português no Aurélio. Dessa forma tento usar o minimo possível de português forçando meu cérebro a pensar em inglês. No começo foi complicado e desanimador, mas como já disse, a coisa se torna natural e quando eu menos imaginava já estava pensando em inglês.

Pensar em inglês é necessário para entender o que as pessoas falam e principalmente pra falar. Logo que comecei a ter mais facilidade em entender o inglês falado estudando podcasts e assistindo vídeos, decidi que era hora de começar a praticar a fala. Pra isso decidi praticar com nativos. Tem um monte de dica na internet de como fazer isso, mas na verdade poucas são úteis. Tem site de troca de experiência (você ensina português pra um falante de inglês e vice-versa); site de relacionamento, etc. Nada disso provou ser útil pra mim. Como sempre digo "se um problema pode ser resolvido com dinheiro ele não é um problema" consegui contato de nativos que conversam em inglês com você a troco de pagamento. Nada mais justo, a pessoa está recebendo pra conversar com você logo ela não terá (ou ao menos não deverá ter) má vontade em te ouvir. Após algumas tentativas me identifiquei com uma senhora que mora no norte do EUA que presta esse serviço através do Skype nas horas vagas (que são todas, porque ela é aposentada, rsrs). Um excelente site pra encontrar esses serviço é o Buddyschool.

No começo das conversas eu estava completamente travado, tinha a percepção de parecer um índio falando. Usava poucas palavras, não desenvolvia frases de maneira adequada, tinha imensa dificuldade em desenvolver ideias, de discutir assuntos que surgiam no meio das conversas, etc. Engraçado que sou um cara bem tímido, tenho vergonha de falar em público, não gosto de papo furado nem ficar conversando com pessoas aleatoriamente, porém quando o assunto é inglês eu não tenho a menor vergonha de me expressar mesmo sabendo que falo um monte de coisa errada. Acho que o importante é saber me expressar, primeiro o básico, a sofisticação vem depois. No começo desses bate papos com minha "amiga" gringa eu fazia um roteiro do que ia conversar, colocava palavras chaves que ira usar durante o bate papo num documento do word e ia seguindo aquilo como um roteiro. Era um bate papo artificial, mas que fluía relativamente bem. Fui percebendo uma melhora gradual até que hoje em dia já não uso mais esse roteiro, nossos bate papos são sobre assuntos que ambos temos em comum e que domino bastante vocabulário. Aí entra a importância de ter um tutor em sintonia com suas preferências: a conversa flui naturalmente, não é chata nem artificial pra nenhuma das partes, mais uma vez repito: o aprendizado tem que ser natural.

Cheguei num ponto onde consigo ler qualquer texto não técnico em inglês, ou seja, consigo entender notícias gerais sem muita dificuldade, leio rapidamente sem ter que ficar parando e voltando muito pra entender alguma coisa. Além disso entendo textos técnicos com vocabulário específico de certos assuntos, como da minha área de formação, por exemplo. Entendo o inglês falado quase que 100% se não for extremamente rápido (como o pessoal de NYC fala), se não tiver gírias e muitas expressões idiomáticas. Isso quer dizer que não entendo um filme, cujos personagens usam linguagem coloquial, mas consigo entender quase totalmente um documentário de um assunto que domino. Em relação a fala estou melhorando a pronúncia e uso da gramática dia após dia, mas por se tratar da habilidade mais difícil eu considero que estou indo muito bem. Tenho certeza que meu inglês soa melhor que o português do chef Jacquin, e consigo manter um diálogo com um nativo sem muito esforço.

Ultimamente não tenho estudado muito de maneira ativa, ou seja, sentar especificamente pra estudar algo em inglês. O que tenho mais feito é ouvir podcasts sobre assuntos que me interessam assim como vídeos. Não uso mais material para estudantes mas sim podcasts, vídeos e textos para nativos. Claro que sempre há palavras novas, expressões relativas a determinados assuntos e desafios novos, mas esse é justamente o objetivo: aprendizado gradativo e natural. Não me prendo ao aprendizado de palavras novas, o entendimento vem com o uso. Acredito que não valha a pena tentar decorar palavras e seus significados, aprendo com o uso.

Acredito que nesse ritmo que estou indo dentro de 1 ano estarei com uma boa fluência na fala além de ainda melhor no entendimento do inglês falado. Após isso com certeza terei que debruçar sobre livros e apostilas pra conseguir a sofisticação e perfeição que tenho vontade. Não acho que essa abordagem natural do aprendizado do inglês possa me levar a perfeição por si só. Acho que vai chegar num ponto onde terei que encarar gramática de frente. Aí que entra o curso no exterior que pretendo fazer durante ao menos um ano.

Meu relato pode parecer um tanto besta e você pode pensar "2 anos e ainda não está fluente?", mas a verdade é que sempre tive dificuldade com inglês e pior, eu odiava estudar inglês quando moleque. Não sou daquelas pessoas com facilidade em aprender idiomas, muito pelo contrário, sempre tive problemas em aprender coisas que não fazem sentido, que não possuem uma lógica. Porém meu relato pode servir pra pessoas que tem o mesmo perfil. Saber inglês não é luxo tampouco supérfluo. Se você acha a internet legal, cheia de conteúdo, se você acha que consegue aprender tudo na internet, amigo, sinto te desapontar mas o conteúdo da internet em português é um grão de areia no deserto. Quando você sabe inglês uma nova e muito mais interessante internet se abre diante seus olhos, é fantástico! Não acho que uma pessoa possa atingir pleno desenvolvimento profissional ou mesmo pessoal sem saber um mínimo de inglês. Além do Brasil ser uma merda, falamos um idioma bizarro e exótico que pouco nos serve lá fora... Nem pra falarmos espanhol... Espanhol, aliás, é meu objetivo após atingir a fluência no inglês.

21 comentários:

  1. Olá Corey,

    Também estou nessa luta para ter fluência no inglês mas ao contrário de você, gosto de estudar línguas. O meu problema é mais o cansaço do dia a dia e preguiça. Já baixei trocentos livros de gramática para estudar e quem disse que eu consigo? Também gosto de ouvir o ESL e no começo foi como você falou, o ouvido demora um pouco para se habituar mas depois, vai que vai, entendo praticamente tudo.
    O meu problema é a fala. Nem costumo falar muito em português, que dirá ficar falando em inglês. Acho que essa minha característica atrapalha um pouco no destravamento.
    Pra tentar soltar um pouco esse lado, me matriculei na escola Minds que tem um curso de tempo pequeno (18 meses). Fiz o teste de nível e caí no nível intermediário/avançado, logo, meu tempo de curso vai ser menor e pelo que pude ver na primeira aula, vou ter que destravar porque a aula é toda em inglês e toda aula tem nota de participação. Se não teve bom aproveitamento, eles pedem para repetir a aula e aí o curso começa a se alongar. Não quero isso!
    A próxima língua será francês ou espanhol. Deixa só eu pegar o embalo no inglês.
    E por falar em aula, deixa eu ir preparar o ditado que eu tenho que fazer para entregar na aula hoje! Beijos. MP

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    1. Se vc gosta de estudar aí tudo é mais fácil... Na verdade hoje em dia eu gosto pq envolvo assuntos de meu interesse no aprendizado, é igual matemática, eu era péssimo e detestava, mas passei a gostar na faculdade por ser algo aplicado, por ver a real utilidade daquilo. Vamos e venhamos que não há nada de interessante em regras gramaticais que é o que 100% das escolas tradicionais ensinam.

      Sou tímido mas tenho que falar bastante pq lido com público, então acho que isso me ajuda pq embora não goste, eu sei como falar em público. Com certeza numa classe mais interativa e menos massante vc terá mais chances de sucesso.

      Abraço!

      Corey

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  2. Estudar não é fácil, como você tem tempo o método natural de aprender, por ser mais prático e não teórico, é melhor. Porém certamente não é tão eficiente quanto o estudo ativo de fato que no caso do listening envolveria uma dose cavalar de decoreba mecânica aliada à pronúncia e repetição, mas que gradualmente se torna natural (como se não fosse decorado, algo que já parece fazer parte do seu eu).

    O mais difícil no estudo é encontrar motivação, não apenas a meta final (emigrar), mas a motivação diária, por isso o aprendizado empírico é mais comodo para a maioria das pessoas, serve muito bem pra idiomas, mas requer mais tempo...

    De um jeito ou de outro é essencial saber inglês para ser um cidadão do mundo, mesmo que só pela internet, pois essa língua realmente abre as portas do conhecimento, por outro lado talvez a pronúncia perfeita não seja essencial, o Jacquin mesmo, o jeito dele falar é algo que agrega valor ao personagem.

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    1. Como já disse aqui no blog, não acredito em motivação, acredito em rotina. Se vc cria uma rotina factível e a segue religiosamente terá grandes chances de atingir seus objetivos. É isso que fazia no começo, confesso que dei uma relaxada ultimamente mas de qq forma o inglês está presente diariamente na minha vida de alguma maneira.

      Não importo em ter sotaque ou cometer erros. Não tenho obrigação da perfeição, além do mais nem meu português é perfeito...

      Abraço!

      Corey

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  3. Corey estou querendo ir pro EUA estudar o inglês e consequentemente ficar por lá até quando der, aquele seu plano "D" sabe, só que meu inglês é zero, vc acha que deveria primeiro tentar aprender algo aqui, ou ir direto com meu zero de inglês e aprender por lá.

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    1. Recomendo ao menos o básico do básico de conversação, até pq vc vai precisar se virar lá...

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  4. Fala Corey me identifique com seu método para conseguir fluência pensando em inglês.
    Minha esposa é professora de inglês formada em letras e na escola onde ela leciona este método de só falar e pensar em inglês é o mais indicado.
    Embora este método tenha limitações na parte da escrita e tradução técnica! Este método foi desenvolvido para inglês de negócios, viagens e comunicação entre nativos.
    A parte técnica e aperfeiçoamento da fala vem depois de conseguir se expressar mesmo que com dificuldade de articulação.
    Também uso este método desenvolvendo bastante em documentários e filmes em inglês.
    Sempre vai haver limitações afinal não somos nativos, principalmente quando tem muita gíria e sotaque local.
    Exemplo procure ver um filme de texanos para tu ver a dificuldade do inglês falado naquela região.
    Geralmente se emenda 2 palavra em uma só, uma perfeita bizarrice.
    Esta é outra dificuldade que você tem que assimilar a regionalidade do inglês.
    Ex: O inglês britânico é diferente do inglês nativo americano, se você for falar com um texano , um britânico e um australiano vai ter dificuldades.
    Acredito que o mais fácil é o inglês britânico por ser mais articulado e fácil de assimilar.
    No americano o ideal é fugir desse inglês regional e procurar o inglês dos grandes centros como Nova York, depois que dominar o inglês falado nos grandes centros você pode começar expandir seu vocabulário para gírias e caipires norte americano KKKk
    Se for imigrar para o Canadá é a mesma coisa tem diferenças regionais também, resumo da obra estudo pratique com nativos da região ou pais aonde você pretendo imigrar.
    Texas accent
    https://www.youtube.com/watch?v=s3AuqeI51mY

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    1. Meu foco é o inglês norte americano, já estive no Texas e não é tudo isso não... Nas grandes cidades vc não percebe muito esse sotaque forte, mas claro, qd vc vai pro interior a coisa muda um pouco. Acredito que no norte do Texas, onde há predominância de áreas rurais isso deve ser mais pronunciado.

      Ainda não conheço o Canadá mas reza a lenda que o inglês das grandes cidades de lá é o melhor e mais fácil de se aprender devido a grande mistura de sotaques dos imigrantes de todas as partes do mundo que acabou criando um inglês mais universal. Sem dúvidas o britânico é bem mais fácil de entender num primeiro momento, o Neo Zelandês na minha opinião é o mais difícil dentre os países desenvolvidos (inglês da Jamaica e da Índia nem é inglês, rsrs) Gosto bastante dos filipinos pq é bem similar ao americano.

      Abraço!

      Corey

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  5. Corey
    Tem um e-mail que eu possa te contatar?

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  6. Ótimos posts e ótimos comentários. Também preciso aprender inglês. O que tenho feito é utilizar o aplicativo de celular Duolingo todo dia, religiosamente. Estou há 1 mês nisso, em 6 meses/1 ano deve fazer uma diferença absurda. Já aprendi coisas novas. Meu vocabulário é razoável, vou desenvolvendo mais com o aplicativo. Aproveito pra aprender todos os tempos verbais, algo muito importante, que não tinha dominado, acho que nem conhecia todos (não são muitos). Também há várias expressões como 'used to' que eu nem conhecia/conheço, antes eu leria isso como (usado para) rs.
    Outra parte importante é o listening, talvez o mais importante pra mim, eu diria, porque penso em fazer aplicações no TOELF (oportunidade inclusive para eu estudar inglês de graça no exterior) que cobra isso além de leitura e estrutura gramatical. Meu objetivo é desenvolver isso, forçar os ouvidos e a leitura, me preparar para a prova e conseguir o intercâmbio.

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    1. No início não tem como fugir do aprendizado massante de vocabulário, nisso existem métodos eficazes como o Kalan, mas depois vc vai vendo naturalmente que o vocabulário vai fixando e vc nem pensa mais na tradução. O mesmo com as expressões que no começo podem parecer estranhas depois se tornam corriqueiras.

      Bom estudo!

      Corey

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  7. Obrigado pela dica do BuddySchool, vou tentar usar...

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  8. Grande Corey,

    Assim como você também tenho dificuldade no inglês e também acho que a rotina é a melhor opção para aprender o idioma.
    Muitas vezes não é fácil voltar do trabalho e ter que se dedicar ao estudo, mas criando um hábito as coisas ficam um pouco mais fáceis.

    Valeu pelas dicas, vou começar a utilizar essa dos podcasts. Pretendo ouvir primeiro um por semana e a medida que for gostando e compreendendo melhor irei aumentar a frequência.
    Essa do skype vou deixar para mais tarde, mesmo assim obrigado pela dica do site.

    Abraço

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    1. Fala BBB!

      Meu maior problema de estudar de maneira ativa é ter que "girar a chave" pro inglês, ultimamente tenho tido pouco tempo sozinho, tempo pra me concentrar direito. Estudar de maneira passiva tem funcionado, claro que não é a mesma coisa, mas dá certo tb.

      Os podcasts do ESLPOD são 3 por semana sendo 2 com cara de aula e 1 (English Cafe) que é a discussão sobre um assunto, te recomendo esse último que é mais interessante.

      Grande abraço!

      Corey

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  9. A dica do site Buddyschool é excelente e com o preço bem acessível.Muito obrigado!!

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  10. Fala Corey


    As I mentioned on my blog (the article about learning languages), one of the best ways to learn is making an immersion. A cultural immersion with subjects you like, as you mention here. Now you ain't so green in the language, so you can start to take hobbies using it too. Me, for example, when I want to, let's say, practice my guitar skills. I dont get a Cifra club video (they're good), I get a video taught in english, like those from lick library (a source of guitar lessons in english).


    Anyway, we should do our homework too, as boring as it sounds. It's really important to learn to talk, to listen especially, but in our case, we also need to master reading and writing. Dont forget about the IELTS test. Never forget about the main objective. We need to prove those guys we master this shit. lol


    Abs

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    1. Hi Mr Rover!

      I'm sure that your written English is much better than mine, but I will try to write some words. Yes, the immersion is very useful and even we don't live in a native English country we can do so inserting the language inside our lives. What you do with the guitar lessons is the same that I do to exercise my knowledge about my degree (One of my goals, you know, is to work with my degree).

      You are completely right about the IELTS but I didn't reach this level, yet. I'm very glad with my English level today and I'm sure that I can improve it much more.

      See you!

      Corey

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  11. Espanhol pode parecer útil para nós, mas a realidade é que alemão ou francês são muito mais úteis. O conteúdo existente nessas linguas é sensacional, tem coisas que nem em inglês vc acha.. Espanhol talvez seja muito útil nos EUA, mas na maioria dos países que conheci, era tão 'exótico' quanto o portugues.

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  12. Corey, obrigado pelas dicas...... Estou muito vagabundo, mas meio que estou fazendo como vc fez.... ouvindo bastante..mas as vezes dá preguiça da porra..... este seu relato me levantou um animo... e valeu pela dica da BuddyScholl

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  13. Ótimo post, gosto mto do seu blog sempre acompanho. Tb tenho mtas dificuldades com inglês apesar de diversos cursos. Vou começar pelo podcats seguindo suas dicas. Obrigado e abraço.

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