sexta-feira, 6 de março de 2015

Meus planos de emigração e o que fazer se for preciso voltar ao Brasil

Quem acompanha o blog sabe que meu objetivo principal é sair do Brasil, estou trabalhando pra isso, expandi minhas empresas única e exclusivamente pra ter mais dinheiro para meu projeto de emigração. Mudar para um país de primeiro mundo teoricamente será um baita investimento na minha qualidade de vida, porém tenho que ser racional e atentar para possíveis problemas que podem acontecer antes, durante e depois desse processo. O objetivo desse post não é demonstrar os problemas que posso enfrentar nesse processo, até porque aqui não cabem "achismos", só saberei os reais problemas na hora do vamo ver, portanto não me preocupo com esses supostos problemas agora, por outro lado preciso saber que se tudo der errado, terei que voltar para o Brasil com o rabo entre as pernas, e aí, o que farei?

O primeiro passo desse processo será com quase absoluta certeza uma espécie de "estágio", passarei um ano no Texas ou na Florida somente estudando Inglês, isso será colocado em prática dentro de 2 ou 3 anos e acredito ser um primeiro passo importante, na minha opinião esse tempo de estudo full time me proporcionará fluência no inglês e a Bia atingirá um nível pós intermediário (ela é fluente em espanhol, mas tem um inglês bem básico). Além disso servirá para entender melhor como a sociedade americana funciona, enxergar como as coisas são além da visão de turista e também para descobrir novas oportunidades. Acredito que não terei maiores problemas nessa fase, por isso dou como quase 100% de certeza que esse 1 ano morando nos EUA será completo.

Após isso podemos simplesmente detestar a experiência e querer desesperadamente voltar ao Brasil (será?), ou poderemos colocar em prática um desses planos extremamente resumidos a baixo:

PLANO A: Abrir uma empresa nos EUA através do visto L1, obter o green card após 3 ou 4 anos; 
PLANO B: Cursar um college em uma área com carência de profissionais no Canadá (mais barato que nos EUA, maior tolerância a estrangeiros, permissão de trabalho para o estudante e cônjuge) e então conseguir imigrar através de uma proposta de emprego;
PLANO C: tentar a estratégia canadense em outro país como Austrália e Nova Zelândia;
PLANO D: manter o status de estudante de inglês nos EUA até quando der.

Embora eu tenha 4 planos básicos, considero viáveis somente os dois primeiros. Não vou entrar no mérito dos prós e contras e possíveis problemas a serem enfrentados em cada plano, mas se vocês quiserem posso fazer isso num outro post. Me digam nos comentários.

Bom, agora que você já sabe basicamente como é meu projeto de emigração, vou comentar o que farei caso precise retornar ao Brasil.

RENDA

Pretendo manter as lojas mesmo morando no exterior pelo maior tempo possível, não tem como eu saber se isso será possível ou não, afinal nunca passei pela experiência e a estatística vai contra esse projeto. No caso do plano A eu sou obrigado a manter as lojas em excelente forma até conseguir a residência permanente porque o visto L1 é baseado numa empresa estrangeira (no caso, brasileira). Caso eu decida por cursar o college, talvez me desfaça de uma delas, mas tudo vai depender de como será a minha sobrevivência lá fora.

Caso eu tenha que retornar ao Brasil, pretendo não mais ter empresas, embora elas me deem uma boa renda, custam muito da minha saúde mental por N fatores, quem me conhece a mais tempo (no início do blog) sabe que eu só tenho empresas pelo dinheiro que elas me dão. Nesse caso eu venderia a aplicaria em investimentos que me gerem fluxo de caixa. Fazendo uma conta de padeiro, a renda seria praticamente suficiente pra me manter, ou seja, eu estaria financeiramente independente (eu digo despesas da família, logo a Bia também não precisaria trabalhar).

TRABALHO

Dividi esse trabalho do tópico renda porque como disse acima, eu estaria financeiramente independente, não precisaria trabalhar, mas não me vejo totalmente parado, logo eu iria sim trabalhar, a princípio fazendo algo relacionado a minha área de formação, coisa que nunca consegui fazer (somente estágio, que adorei). Se não desse certo, aí já são outros 500, pensaria na hora uma outra alternativa.

Aqui vale um adendo, antes de pôr meu projeto de imigração em prática, pretendo trabalhar ao menos 6 meses em algum emprego na minha área de formação, para ao menos ter alguma experiência profissional. Felizmente essa área é boa de emprego, acredito que não teria problemas em arrumar um emprego daqui 10 anos mesmo com pouca experiência (isso é, se o Brasil estiver de pé até lá...)

VIDA

Além de não ser mais empresário eu mudaria muitas coisas na minha vida atual aqui no Brasil caso fosse necessário retornar. Primeiramente eu viveria de maneira ainda mais frugal que hoje, compraria um carro bom com o qual casaria ao menos uns 20 anos, provavelmente moraria em alguma cidade grande no sul do país (tenho 2 amigos vivendo lá em baixo e nenhum troca o sul por SP), tentaria levar uma vida ainda mais leve do que tenho agora, andar mais de bicicleta, comer ainda melhor, etc. O mais importante: faria o que faço hoje: fugir de noticiários, novelas, jornais, tentar viver, como dizem, no modo zumbi, alheio ao que acontece de ruim no país. É somente por estar agindo nesse exato momento que consigo manter as empresas e minha sanidade mental dentro do controle.

No geral o que estou descrevendo aqui como minha vida de retorno ao Brasil é o tipo de vida que quero ter lá fora: mais tranquila no sentido de ser mais frugal, minimalista e menos preocupado, deixar a vida levar mais, esquentar a cabeça menos.

De qualquer maneira não me vejo muito nesse cenário, eu até planejo porque acho importante estar preparado pra tudo, mas são tantas as opções que tenho em outros países que acho pouco provável ter que voltar ao Brasil. O estilo de vida que Bia e eu gostamos está mais de acordo com o norte-americano, não com o brasileiro. Não damos valor para a maioria das coisas que os brasileiros amam, como futebol e festas com amigos; por outro lado valorizamos aquilo que aqui é praticamente impossível de achar: senso de comunidade sem um ter que se meter na vida do outro, educação no trânsito, cordialidade no dia-a-dia... Acredito que no que depender da gente as chances de querer voltar ao Brasil são mínimas, mas como um projeto complexo desse não está somente em nossas mãos é bom pensar em todas as possibildiades.

39 comentários:

  1. Vlw pelo post Corey.
    Estou estudando e espero assim que formar, ganhar alguma experiência na área e tentar o Canadá.
    Gostei da sua atitude de ficar alheio as notícias. Estou cometendo esse erro e, confesso que estou quase entrando em depressão ou tendo um ataque de nervos. Quando vejo a cara dos nossos amados presidentes sinto enjoo e começo a passa mal já.

    Lobão.

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    1. Fala Lobão!

      Se eu tivesse no meio da faculdade não pensaria duas vezes em abandonar e cursar no Canadá, o ensino no Brasil é fraco demais e isso dificulta se qualificar pra um processo imigratório. Veja:

      http://coreyinvestidor.blogspot.com.br/2014/07/a-falacia-do-curso-superior-no-brasil.html

      Abraço!

      Corey

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    2. Estou fazendo um técnico relativo a indústria. Um dos meus professores disse que os cursos de exatas costumam ser aceitos fora daqui mas, não pesquisei sobre isso ainda.

      Lobão.

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    3. Tirando engenharia civil e direito praticamente todo diploma pode ser validado lá fora, o duro é conseguir isso, as vezes se gasta mais tempo e dinheiro que cursar novamente que pra validar o diploma. Se vc tem a intenção de emigrar, aconselho já verificar isso desde já pra não se arrepender depois.

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  2. Corey, vc esta confundindo o visto EB-5 (para investidor que abre uma empresa nos EUA e gera emprego) com o visto L-1 (transferencia de executivos de empresas americanas, de uma filial para a matriz). Eu me mudei a mais de 1 ano para ca com o visto L-1 e te digo foi a melhor decisao que ja tomei na vida.

    http://www.infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/3704215/visto-investidor-mais-requisitado-por-brasileiros-consulado-americano

    Uma boa opcao para vc seria o visto de imigrante (high skilled worker) para o Canada (veja link abaixo). Nao eh complicado e o custo beneficio eh excelente. Admiro teu site e resolvi comentar pela primera vez pq acho que vc esta no caminho certo. Boa sorte meu camarada, o Brasil nao eh um pais justo e nao merece um cara com o teu potencial.

    http://www.workpermit.com/canada/individual/skilled.htm

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    1. Olá amigo!

      Por que estou confundindo? O EB5 está fora do meu alcance a não ser eu coloque tudo o que tenho nele o que não estou disposto a fazer. Legal saber que vc está com o L1, infelizmente a coisa tá ficando complicada para novos aplicantes, estão negando muitos L1 principalmente pra brasileiros e venezuelanos.

      Eu até pensei em tentar o high skilled worker canadense, mas em primeiro lugar meu inglês ainda não é suficiente, em segundo a faculdade que fiz aqui no Br é uma bosta, eu não conseguiria validar. Veja:

      http://coreyinvestidor.blogspot.com.br/2014/07/a-falacia-do-curso-superior-no-brasil.html

      Abraço!

      Corey

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  3. Corey,

    li em algum lugar que o governo do canadá irá oferecer diversas palestras em vários estados (SP, RJ) divulgando o país e algumas áreas carente de profissionais. se te interessar...

    abraço

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    1. Olá Julinho!

      Tb já ouvi falar disso, mas nunca me atentei direito, vou dar uma olhada.

      Abraço!

      Corey

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    2. Acabei de olhar, é o governo do Quebec que está fazendo isso. Não falo francês então não serve pra mim, mas valeu pela dica!

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  4. Tenho o mesmo objetivo de sair do país. Irei em março de 2016, ainda não sei para qual país da Europa, pois minha esposa tem cidadania europeia. O mais difícil é decidir em qual país ficar, pois se fosse por mim, iria para os USA.

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    1. Amigo, cidadania européia abre muitas portas, inclusive nos EUA, se ela for italiana ou espanhola é possível aplicar para o E2, comprar uma empresa e viver nos EUA, esse visto só não dá acesso ao GC, mas é renovável indefinidamente.

      Abraço!

      Corey

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    2. Vou pesquisar mais a respeito pois me interessa muito! Ela tem cidadania italiana. Se puder, recomende material de pesquisa.
      Estamos na reta final deste nosso objetivo.

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    3. A Itália tem acordo de comércio com os EUA, logo o italiano pode viver legalmente nos EUA através do visto E2 que é um visto de investidor. Na prática é necessário ter uma empresa,(por exemplo um comércio como posto de gasolina, loja de conveniência) que gere lucro, consiga pagar as despesas da família e contratar alguns empregados. O governo americano não exige valor mínimo de investimentos, mas estima-se que 100 mil dólares é uma boa quantia e a aprovação é quase certa. O cônjuge (você), não precisa ser italiano e recebe permissão de trabalho aberta a qualquer cargo dentro do país. Resumindo, é um baita negócio, esse seria o caminho que eu seguiria caso conseguisse minha cidadania (não é possível).

      Abraço!

      Corey

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  5. tudo bem corey?Antes de tudo parabéns pelo seu conteudo do seu blog que é fantastico!
    Bom,tenho 17 anos e daqui um e mes 18,a algnuns dias intecifiquei meu estudo em ingles,principalmente para sair do bostil,meu destino em mente é Nova Zelandia(cara só apaixonado por esse pais)e uma coisa que da minha parte sei que ira acontecer é a de trabalhar como os brasileiros falam de "peão" tanto acredito que no bostil isto ira acontecer com em um pais de primeiro mundo,mas é o que eu digo pra minha mãe (q é contra eu sair daqui)melhor trabalhar de peão em um pais de primeiro mundo do que nesse esgoto e pesquisando na internet,vi que nos sul da nova zelandia por ser pouco povoado os fazendeiros tem pouca mão de obra e por consequencia acabam até le dando um visto para trabalho lá o que ja é uma baita ajuda,isto que eu estou afirmando é de alguns vlogs que acompanho.
    Abraço

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    1. Amigo, essa mentalidade de "trabalho de peão" é mais uma mazela brasileira. Não existe trabalho superior e inferior, o que existe é trabalho, ponto! Até pq se vc for parar pra pensar o cara que lava privada, desentope esgoto ou colhe cana é muito mais importante que o tatuador, o artista plástico e o cantor. Portanto se for pra existir trabalho importante e menos importante, o limpador de fossa deveria ser muito mais valorizado. De uma maneira ou de outra lá fora a coisa é diferente, o americano, por exemplo, valoriza as pessoas que trabalham, não importa a função. Mais uma coisa que sempre bato na tecla: o trabalho braçal é muito mais saudável que o burocrático, o trabalhador se estressa menos, faz exercícios ao invés de ficar sentado o dia todo atrás de um computador, pode não ser tão legal e confortável, mas é mais saudável.

      Aproveite que vc é super jovem e vá em frente, qd vc tiver minha idade já está super estabilizado. Não caia na ladainha de pai, mãe e amigos, eles te querem ao lado deles, mas isso não necessariamente será o melhor pra sua vida, pense mais em vc.

      Abraço e boa sorte!

      Corey

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    2. Sandra

      Essa é uma das coisas que eu não gosto no Brasil, essa coisa de achar que um trabalho é humilhante e outro vc chama o cara de "doutô". Vi um programa falando sobre a suíça e o cara era o equivalente a um encanador aqui e tinha uma vida ótima e era tratado com o mesmo respeito que qualquer outro profissional.

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    3. Tb me irrito com isso, eu valorizo os profissionais pela sua importância dentro da sociedade, na minha opinião um tatuador não tem valor algum. Ok que o cara é artista e que é difícil pacas pra fazer o trabalho, mas pensando pragmaticamente ele não agrega nada a sociedade, já o lixeiro é um dos caras mais importantes pra manter a sociedade decente.

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    4. Penso exatamente igual, mas hoje vive-se uma inversão total de valores. Pode observar isso no comércio, as pessoas não medem esforços na hora de comprar bens "inúteis", iphones, carros, roupas caras. Mas quando são coisas importantes um médico por exemplo, ja vi gente com carro bom (acima de 60k) e se negando a gastar a fortuna de 200 R$ em uma consulta com um especialista de renome, preferindo esperar uns 4 meses em uma fila do sus miserável pra ser atendimento com um "especialista" que vai olhar o cara por cima e passar qualquer remédio. Mas ai voce fala "a mas todo mundo tem direito a ser atendido pelo SUS de graça" lógico que tem cara mas voce sabe que o atendimento na maioria das vezes é uma merda, eu sei, todo mundo sabe, iai??vai fica doente e fudido por que o "sistema é errado" pq "o governo é irresponsável e não da saúde de qualidade para a população" cara foda-se!!!Faça o melhor pra voce, infelizmente é assim que a banda toca por aqui.
      Putz...acabo saindo um desabafo kkkkk....e olha que não sou médico mas como convivo com alguns vejo o outro lado da moeda também.

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    5. Penso assim tb, o cara paga 15 conto numa long neck na balada, mas fica chorando qd tem que pagar uma consulta de um médico. Tenho amigos médicos e eles dizem exatamente isso.

      Vc tem razão, temos que dançar conforme a música. O SUS não é de graça, a gente que paga, mas isso não quer dizer que vou ficar me matando pra implorar uma consulta se tenho dinheiro pra pagar. Temos sempre ver o que é melhor pra gente.

      Abraço!

      Corey

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  6. Sinceramente, seu plano tem tudo pra dar CERTO!

    Caso as coisas deem erradas "overseas" vc tem dois atributos que ninguém pode tirar de você: experiência e vontade de trabalhar!

    Caso vc não suporte ser "empregado" de novo mesmo trabalhando part-time (ou em um estágio), vc sempre pode montar uma nova loja. Passar fome vc não vai e, muito provavelmente, nem perder qualidade de vida.

    Como curiosidade, qual sua formação?

    Continue com as séries de post, estão muito bons!

    Abraços.

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    1. Fala Moto!

      Espero que sim! Não tenho frescura com trabalho e além disso sou frugal, então não preciso de muito pra viver, tenho conhecimento como empreendedor e até lá teria experiência na minha área de formação. Estou fechando por todos os lados.

      Desculpe, mas não divulgo minha profissão.

      Abraço!

      Corey

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  7. Conheci um casal aqui na minha cidade (nordeste) que vendeu tudo que tinha, apartamento, empresa, carros etc. E foram morar numa cidade de interior no Sul, que é até ponto turístico bem frequentado. Dizem que não voltam nunca mais. Já tive oportunidade de visitar essa cidade. É um clima quase europeu.

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    1. Conheço algumas histórias assim, aliás, só vejo voltar quem foi com a cara e coragem sem se preocupar com questão migratória, sem falar inglês, etc. Quem planeja sempre fica!

      Abraço!

      Corey

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  8. E aí Corey, tudo certo?
    Nós demos uma saída da blogosfera mas continuamos nossa vida e nossa disciplina, graças a Deus. Nossa tara nesse mundo deu uma esfriada pq vimos que aquele lance de ranking não estava acrescentando em nada, mas aí novamente veio o teu blog e nos trouxe de volta (não se se lembra que comentamos que na época começamos o nosso por influencia do teu).

    Bom, esse assunto de sair do país anda muito aceso na nossa cabeça também. Viajamos para os EUA e o que vimos mudou nossa cabeça. Além de belezas naturais ali na Flória (Key West por exemplo), é com vc disse em outro post, comparar com o Brasil é como comparar melancia e ônibus.

    Então agora estamos lendo muitos sobre esse assunto, e acaba que a parte financeira agora se tornou um meio de viabilizar essa saída do país, e não de ter independência financeira aqui no Brasil. Até porque, no nosso caso pensamos em ter filhos, e se já pensávamos em mandar eles pra lá fazer faculdade, agora pensamos em ir antes e eles já crescerem lá.

    Como vc fez uma viagem longa por lá, pelo que conversou com o pessoal, o que acha do visto de trabalhador? Não daria para você se especializar e praticar um pouco da sua profissão aqui e tentar que uma empresa te patrocine lá?

    Eu e a patroa estamos pensando nisso, mas temos zero conhecidos lá, aí complica mais.

    Um abraço e novamente parabéns por estar abordando esse tema! Concordamos 100% com tudo que vc fala sobre sair do país hehhhee

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    1. Fala T&I!

      Blz? vcs estão sumidos! Fico contente por estar tudo indo bem na vida de vcs independentemente da blogosfera. Fico ainda mais feliz por saber que de alguma maneira consigo ajuda-los.

      Pois é, eu costumo dizer que se vc vai para os EUA e não sente a mínima vontade de morar lá, não sente inveja da vida e da sociedade deles é pq seu lugar definitivamente é o Brasil. A Flórida é fantástica, ,as assim como o sul da Califórnia, tem muito imigrante o que deixa as coisas mais ariscas. Claro que para o padrão brasileiro lá todo mundo é educado, o trânsito é uma maravilha e não tem violência, mas se vc compara com outros estados, eles estão devendo muito... Por aí vc vê a que ponto chegamos aqui no Brasil. O nosso paraíso é o esgotão deles... Key West é uma das cidades mais lindas que já visitei, as casas antigas parecem de boneca, as ruas iluminadas a noite, o pôr do sol... sem falar da viagem pra lá que é fantástica!!!

      Vcs estão com o mesmo pensamento que Bia e eu: esqueceram a IF e focaram na emigração. Sobre a ter filhos, o maior presente que um pai pode dar a um filho é deixar ele nascer nos EUA, mesmo que estiver morando no Brasil. Nasceu nos EUA é cidadão americano automaticamente!!!! O moleque quando for adolescente ou adulto terá uma chance única e cobiçada!!!! Ele pode morar lá sem se preocupar com questão migratória, estudar pagando menos, ser beneficiado por programas sociais... Enfim, é um presente e tanto!!!!

      Conseguir visto de trabalho nos EUA é praticamente impossível! Vc tem que ser muito bom pq a empresa deve investir uma grana no seu processo além de ter que provar que não existe americano apto pra desenvolver aquela função. EU fiz uniesquina, nunca trabalhei na área, tenho nenhuma chance! No Canadá é um pouco mais simples, mesmo assim é nada fácil.

      O que costumo dizer a todos que pensam em ir pra lá é em primeiro lugar esquecer suas profissões do Brasil, lá será praticamente impossível exerce-la, e por outro lado cair no trabalho braçal é quase certo. Com isso na cabeça a pessoa pode começar a pensar se isso é pra ela ou não... No meu caso tenho essa chance de empreender, se não der certo vou começar a faculdade tudo novamente. Ah! E nem falamos do inglês...

      Fique a vontade pra perguntar, tenho prazer em ajudar quem tem a mesma ideia que eu.

      Abraço!

      Corey

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  9. Ola Corey, tudo bem?

    temos um planejamento bem parecido sobre imigração para o futuro, a diferença é que estou no começo do processo ainda, minha empresa tem apenas 2 anos e não tenho o capital suficiente pra iniciar o processo em 2 ou 3 anos como você e Bia. Por favor continue contando sobre seus planos e conhecimentos que estão te ajudando sobre no assunto, por exemplo como adaptar a empresa para se enquadrar ao L1 deixando ela funcionando enquanto estarão longe? (desculpe se já tiver um post sobre isso) outra coisa é sobre quando você diz: "Embora eu tenha 4 planos básicos, considero viáveis somente os dois primeiros. Não vou entrar no mérito dos prós e contras e possíveis problemas a serem enfrentados em cada plano, mas se vocês quiserem posso fazer isso num outro post." eu me interesso sobre esse post. inclusive, imigração e empreendedorismo é o que tem me trazido com frequência a seu blog.

    sucesso!

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    1. Olá amigo!

      Tb estamos no começo do projeto, estou agora começando a me preocupar como fazer a empresa funcionar sozinha aqui no BR, sinceramente ainda estou perdido nisso... não pela questão do negócio em sim, o que me preocupa é a burocracia...

      Farei um post sobre os prós e contras de cada plano, aguarde...

      Boa sorte pra vcs! Abraço!

      Corey

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  10. Olá Corey! Espero que vc não volte!
    Quando emigrar e vc e sua esposa estiverem aceitando currículos para funcionário de vcs, não deixem de me avisar! ;)
    Forte abraço!

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  11. Visto americano EB5

    Investimento no mercado imobiliário (construção civil e gerando empregos relacionados), em empreendimentos pre-aprovados pela imigração.

    O valor do investimento varia de US$500 mil a um milhão (dolares).

    É investimento de risco, se a construtora quebrar, o imovel construido não vender, o local não crescer, etc, ninguém garante se você vai receber de volta o seu dinheirinho ao final de 5 anos, mais o jurinho de 3%. Na propria instrução do EB5 é dito que não existe garantia nenhuma.

    Mas você e dependentes (esposa e filhos menores de 21) recebem o cartão de residente permanente (Green Card) dentro de 12 meses.

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    1. O EB5 é excelente se o cara não fizer questão de ter retorno do investimento, ou seja, é pra quem tem 1kk sobrando, que não é meu caso.

      Abraço!

      Corey

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  12. Você já pesquisou para saber se tem direito a alguma cidadania européia?

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    1. Já, mas meu caso é daqueles bem complexos que leva anos, não vale o tempo e dinheiro investido...

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  13. Fala Corey


    Ótimo post apesar de me deixar trêmulo quando ficam fazendo propaganda do Canadá auahuauhahuahua (quanto menos brasileiro lá, melhor, como sempre digo). Como eu já te disse anteriormente aqui ou lá no meu blog, no meu caso o Plano A é o Canadá (como investidor), Plano B, EUA tbm como investidor, apesar do risco. Nesse caso eu teria que continuar minha empresa aqui e abrir uma filial lá. Plano C seria Austrália e talvez (porque não?) a Nova Zelândia. No entanto não conheço esses dois países, preciso conhecer antes de julgar se serve para os meus gostos. E por ultimo, a Suíça. Nesse caso eu necessitaria ficar bem mais tempo no Brasil, torcer para uma melhora da economia (ou começar a mandar todo meu dinheiro pra fora). Na Suíça também seria como investidor.


    Abs

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    1. Fala Rover!

      I'm sorry about Canada! Confesso que não sei muito sobre investir no Canadá, até onde sei o processo mais acessível, que exigia investimento de 200k está interrompido, qual outro jeito vc conhece? Tb não conheço AUS e NZ, mas se acaso for pra estudar num college, eles estão sim na minha lista devido principalmente ao clima. Sobre a Suíça não seria necessário cidadania européia?

      Abração!

      Corey

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  14. OLá Corey, preciso de sua opinião, e, se possível, orientação para uma grande oportunidade que surgiu para mim. Sou funcionário de uma PET SHOP que esta praticamente abandonada pois os donos(casal de gay) estão passando por problemas de depressão e loucura, então a loja esta praticamente em minhas mãos. A loja tem potencial, no entando nos ultimos dias temos perdidos alguns clientes pois os únicos funcionários somos eu e minha namorada, e não estamos conseguindo dar conta de todos os serviços, pois eu faço o taxi dog, toso, dou banho, entrego rações, abro e fecho a loja, atendo clientes enfim, e muito serviço que eu até dou conta, no entanto não tenho incentivo $$$$$ para me dedicar tanto por algo que não e meu. Vamos ao que interessa: neste fim de sema, o meu empregador me fez uma proposta de passar a loja para mim no seguinte esquema: ele comprou o ponto, carro e materiais por 80k, no entando como ele quer se ver livre da loja, me passaria por 30k, onde abateria uns 5k juntando a minha rescisão com a de minha namorada, e restaria uma dívida de 25k que ele parcelaria em 20x= 1250 durante 20 meses

    CONTINUA... -

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  15. CONTINUANDO...

    Em 2014, a loja teve um faturamento bruto médio de 24 k, no entanto ele matinha 4 funcionários, aluguel de 5,4k e demais contas e despesas, logo não sei se ele faturava alguma coisa nisso. O estado atual da loja e complicado, pois perdemos clientes importante, alguns fornecedores protestaram dívidas, funcionário processou a empresa, alguns impostos em atraso, documento do carro atrasado e mais problemas que não devo saber. Quero ressaltar que o contrato do imóvel que a loja esta, vencerá nos próximos meses, no entanto ele já esta fechando contrato com outro imóvel na mesma rua por um aluguel mais baixo.

    Acompanho a real, seu blog, o blog do pobretão, entre outros, e vocês sempre pregam que homens beta e ômega devem empreender para deixarmos de ser lixo.

    Talvez esta seja a oportunidade da minha vida, mas eu não sei absolutamente nada de transição de empresas, toda essa parte burocrática, e também não sei quais riscos corro ao assumir essa empresa. Não possuo capital para um investimento inicial, e tampouco dinheiro para pagar um advogado, que creio que seja necessário para eu não entrar numa roubada. Eu tenho capacidade de tocar e fazer o negócio prosperar, já trabalho há 4 anos no ramo e sei onde meus empregadores erraram e não cometerei o mesmo erro, então meu amigo, peço que compartilhe a sua visão realista dessa proposta que eu tive, se na atual circunstância valeria eu assumir essa empresa, mesmo não tendo mais que 1k na poupança, quais riscos eu corro e principalmente o que eu devo procurar saber antes de assumir uma empresa. Conto com a sua orientação, pois será de grande ajuda. Só para constar, minha namorada e eu seríamos sócios, já que ela entraria com uma parte da rrescisão dela na compra da empresa, e meu nome está sujo. -

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    1. Cara, eu só te digo uma coisa: isso tudo parece uma grande furada, a conta simplesmente não bate!

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  16. Corey, viu isso? http://www.infomoney.com.br/onde-investir/fundos-de-investimento/noticia/3924147/pensando-sair-brasil-eua-dao-green-card-para-quem-investir

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