terça-feira, 6 de maio de 2014

Ou Vai ou Racha!

Estou numa fase de decisão. Preciso tomar um rumo e não posso errar, minhas opções basicamente são:

1- Focar na Independência Financeira no Brasil: Esse é o caminho mais fácil e é o que tenho trilhado nos últimos dois anos. Para isso preciso manter minhas despesas baixas, meus ganhos altos, reinvestir a diferença com sabedoria e contar com a sorte. Em poucos anos consigo atingir a Independência Financeira plena, mas e depois?

2- Sair do Brasil: essa é a minha maior vontade atualmente, tenho muito desejo de abandonar o Brasil deixando pra traz toda a podridão e ineficiência do nosso Estado. Esse é o caminho mais difícil, para toma-lo precisaria estudar muito bem as opções de países e processos imigratórios, além de investir um bom dinheiro e tempo me qualificando pra trabalhar legalmente em outro país, iniciando a vida do zero distante dos amigos e a estabilidade que conquistamos no Brasil.

3- Expandir meus negócios: várias oportunidades de crescimento tem aparecido nos últimos tempos, sinto até que deixei passar negócios de ouro por estar focando na IF. Em qualquer uma dessas oportunidades o foco é fazer dinheiro. Os negócios que posso entrar basicamente são:

a) Compra da rede do interior: conforme comentei aqui, tenho a oportunidade de comprar uma pequena rede de varejo no interior de SP. Para isso angariei sócios e começamos a negociar. É uma negociação complicada devido ao tamanho e burocracias de sempre. As chances desse negócio dar certo são pequenas, mas se rolar, meus aportes poderão ser de inflados substancialmente. 

b) Compra de pequenas lojas: ter uma rede de pequenas operações é uma maneira legal de expandir os negócios, além disso é sempre fácil achar pequenas lojas a venda e quase sempre a negociação costuma ser boa. No último mês fui procurado por duas pessoas cujas empresas estão mal administradas e possuem potencial de crescimento.

c) Formar uma rede de franquias: ao estilo americano posso entrar para uma franquia e focar na expansão através da abertura de novas operações com a mesma bandeira. Ideia interessante pelo ponto de vista da estabilidade, o duro é achar uma marca de confiança com investimento razoável.

A alternativa nº1, da IF está cada vez menos atrativa, não vejo graça em ficar recebendo 0,8% de aluguel de FII ou ter que caçar ações com potencial de crescimento e boa distribuição de dividendos enquanto posso investir minha grana num negócio próprio e ter rentabilidade mensal de dois dígitos. Além disso a perspectiva do país anda muito obscura, não tenho confiança em colocar dinheiro em coisa alguma que não tenha no mínimo um pouco de controle

A alternativa nº2, da imigração é atrativa mas tenho consciência que não é simples, aliás, é complicada demais caso queira fazer de maneira lícita. Bia e eu não estamos dispostos a pagar o preço que está sendo cobrado ultimamente para sair legalmente do país. Digo isso em relação a grana necessária nesse investimento e principalmente ao trabalho descomunal de ser fluente em outra língua, estudar nessa língua, arrumar um emprego e começar a vida novamente.

A alternativa nº3 pode servir de intermediária para chegar na nº2. Expandir os negócios trará mais dinheiro e principalmente, trará a estrutura necessária para obtenção de um visto americano L1 que permite a instalação da filial de uma empresa brasileira nos EUA. Se mesmo assim a possibilidade de sair do Brasil não for viável, pelo menos terei mais dinheiro e patrimônio que pode ser transformado em dinheiro com relativa rapidez, atingindo a IF praticamente da noite para o dia. Dinheiro nunca é demais. O custo disso é ter que encarar a burocracia e barreiras ao empreendedorismo durante mais alguns anos, terei que trabalhar bastante, mas pelo menos sei onde estarei colocando a mão. O investimento será alto mas pode ser titulado aos poucos (explicarei no futuro).

Fico devendo para vocês um pouco sobre o visto L1 e a estratégia de expansão (nº3) pelas possibilidades A, B e C. E aí, o que acham? Preciso de opiniões!

60 comentários:

  1. Alternativa C.

    Você tem talento nisso, reclama que não gosta mas dá pra ver que se "encontra" em vários momentos nisso. Vai ficar com um poder financeira alto suficiente para fazer o que quiser.

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    1. Fala Pobreta!

      Estou mais pra 3.c , achar bom CxB com franquias é osso, fazer uma rede do zero é mais complicado mas custa bem menos... Tem razão, eu reclamo, mas qd a grana começa a pintar a coisa muda de figura.

      Abraço!

      Corey

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  2. Corey, q tal a 3 misturada com a 2? Abrir empresas e sair do país gerindo-as à distancia. QUanto à lingua, vc só precisa saber o básico, vc vai aprender em seis meses morando la o que nao aprenderia em 6 anos estudando aqui. Um bom exemplo é uma finlandesa que veio fazer intercambio de 6 meses na minha sala quando eu estava no ensino médio. No começo ela não falava com ngm exceto eu e duas amigas, pois só nós falávamos ingles fluentemente. Quando ela saiu daqui, falva portugues perfeitamente, com um pequeno sotaque, amplo vocabulário, só errava mesmo aquelas coisas que gringo sempre erra como gênero do substantivo e do artigo. ("A meu amigo alemão é bonita")

    Havia perdido contato com ela, recentemente ela resolveu falar com uma dessas duas amigas nossas pelo facebook (lembrar saudosamente dos pegas que elas se davam, rolou uma bissexualidade lá, e eu louco para entrar no meio hahahahaha) e até hoje escreve perfeitamente em portugues, tirando os errinhos acima mencionados.

    E finlandes é uma lingua de louco completamente diferente do portugues.

    SObre outro assunto, tenho muito interesse em empreendedorismo, mas experiencia zero, e vivo naquela zona de conforto, medo de arriscar o ridiculamente baixo capital que tenho (4k), penso em organizr festas ou outros pequenos negócios seja alavancando meu capitl, arrumando um socio investidor, mas sempre fico meio paralisado pelo medo ou pelos primeiros problemas quando começo a estudar melhor as ideias.

    Vc está desde semrpe no mesmo ramo do comercio ou já esteve em outros? Entendo que nao queira revelar o ramo em que está no momento, mas se já tem conhecimento de outros ramos, poderia fazer uns posts básicos explicando como funciona a administração, a lida com o poder publico, etc, em específico desse ramo, tipo um "guia de dono de padaria" por exemplo, acho que seria interessante e agregaria muito a blogosfera financeira.

    Abraços.

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    1. Cara, a 2 misturada com a 3 só dá certo se aplicar a 3 primeiro, ou seja, até dá pra tocar empresas morando fora, mas pra chegar lá é preciso levantar grana e a alternativa 3 se encaixa nisso. Vou detalhar mais sobre isso na próxima postagem.

      O problema do idioma é que se eu for pro Canadá, por exemplo, só conseguirei me legalizar validando meu diploma lá (muito difícil) ou cursando outra faculdade. Em ambos os casos, o nível de inglês exigido é altíssimo, tendo que comprovar com provas, inclusive. Esse tipo de errinhos que vc relatou não podem acontecer, é necessário fluência e pouco sotaque, ou seja, um goal bem complicado de se atingir. No caso do L1 para os EUA, isso não é exigido, dá pra ir com inglês mais porcão, porém é necessário dinheiro. Aguarde o próximo post...

      (obs: fiquei aqui imaginando a mina finlandesa transando com as outras...)

      Cara, na boa, não sou de jogar balde de água fria em cima de ninguém, mas sou um cara extremamente realista e acredito que um pouco de pessimismo nos proteje. Na minha opinião não vale a pena começar um negócio com pouco capital, negócios muito pequenos dão retorno muito pequeno. Negócios médios dão retorno médio e assim por diante. Dei muita sorte no começo, entrei no primeiro negócio com cerca de 20% da grana necessária, mas foi uma atitude temerária e irracional, me entupi de dívidas e virei escravo muito tempo. Deu certo, mas as chances de me ferrar eram enormes...

      Já passei por 2 ramos, mas são interligados, não sei ao certo como seguir sua sugestão, fico aberto a mais detalhes.

      Abração!

      Coery

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    2. A ideia seria vc dar um "guia" de como funciona, quanto custa e como se adminstra no dia a dia um tipo de negócio. Talvez usando sua experiência no seu ramo e de administrar em geral somado a algum conhecimento de algum ramo que ja tenha visto, tenha amigos que tem negocios ou entao que ja tenha pesquisado sobre, e fazer tipo um guia. Exemplo:

      GUia de padaria..

      BLABLABLA vc deve comprar uma padaria num bairro assim assado, o valor é em média detemrinado pelos fatores xyz, entao no exemplo tal, o valor que valeria a pena seria entre x e y.

      Uma padaria é assim e assado, vc vai gastar tanto, para precificar os produtos é assim, para deixar com alguem é assado, o básico é isso, tem que ter esse e aquele item, o problema é isso e aquilo, então no nosso exemplo usando faturamento médio vc investiria X e em 3 meses estaria ganhando y/mês..."


      Algo nesse sentido, explicando como abrir, como gerir, como cuidar de um negócio, pq lendo na net só se ve lixos genericos estilo sebrae

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    3. Entendi... O problema é que eu só conseguiria fazer algo tão detalhado assim se fosse sobre o meu ramo, logo como não quero divulgar o ramo, fica difícil fazer um guia assim que não fosse genérico. Além do mais, guias genéricos não servem pra nada pq cada ramo tem peculiaridades e dentro do próprio ramo tem muita diferença dependendo do público alvo, localização, etc.

      Valeu pela sugestão, mas infelizmente não vai rolar... ABração"

      Corey

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    4. É, infelizmente fica foda né, malditos haters de internet, nao fossem eles poderias dar mais detalhes sem medo.

      DIcas genéricas realmente nao servem para nada.

      Tenho pensado em organizar festas ou uma academia de luta (só precisa do espaço e dos tatames basicamente, além é claro do marketing....)

      Meu capitalé baixo mas tenho ideias de propor parcerias para o dono do imovel ou coisa do genero, arrumar uma boa oportunidade um socio ja capitalizado no ramo, enfim, para tudo se dá um jeito nessa vida, e é melhor tantar e falir do que ficar eternamente na corrida dos ratos olhando osn outros tentarem e serem bem sucedidos.

      Abraços corey.

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    5. Pois é, eu adoraria fazer um guia desses, serviria até de aprendizado pra mim mesmo por poder trocar ideias, mas infelizmente não dá.

      Não tenho a menor ideia de como funciona academias e organização de festas, mas acredito que devam ser bons ramos devido ao crescimento de renda (ou seria de crédito?) e preocupação com saúde. Até onde sei o capital pra montar uma academia decente é alto, mas é de uma só vez pq depois é só manutenção.

      Tentar sempre é válido, só deve ser feito com paciência e pé no chão!

      Abraço!

      Corey

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  3. Grande Corey,

    Bom, percebe-se que você não gosta muito da ideia de ganhar 0,8% ao mês com os FIIs e de procurar boas empresas na bolsa de valores... Então excluímos a primeira opção a priori.

    Teríamos a segunda e a terceira opção.
    Dai vem a pergunta... O que é melhor? Primeiro a segunda ou a terceira opção?
    Sinceramente, acredito que você poderia ficar mais um tempo aqui no Brasil, pois você conhece bem como gerir e administrar uma boa empresa aqui, sabemos que lá é outra realidade, além do fato de que eles (americanos) são um saco pra quem quer abrir uma empresa e é gringo.

    Na minha singela opinião, faça aquilo que você faz bem... Compre empresas ou franquias e consiga lucrar um bom dinheiro. Quando tiver uma boa quantia, venda tudo, e vá para outro país... Com dinheiro na mão a coisa muda e muito, principalmente se o valor que você tiver disponível for de sete dígitos e ainda com um U$ na frente. :)

    Só não se afobe, tenha calma... Existem muitas pessoas que vão embora com seus 40 e tantos anos e ainda conseguem ter uma excelente vida por lá.

    Uta!

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    1. Grande Estagiário!

      Viu o email?

      Estou seguindo a mesma linha de raciocínio que vc, acho que dá pra segurar a onda mais um tempo aqui, levantar uma grana e me mandar. COm dinheiro, as possibildiades são maiores e mais fáceis.

      "sabemos que lá é outra realidade, além do fato de que eles (americanos) são um saco pra quem quer abrir uma empresa e é gringo." - né não, heim?! Lá é muito fácil abrir empresa e até onde sei (por conversar com imigrantes lá) não rola complicações com estrangeiros desde que não queiram burlar o esquema.

      Verdade, tem gente que foi com mais de 50 e se deu bem, se eu conseguir ir com 40 ainda terei muito o que curtir...

      Abração!

      Corey

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    2. Grande Corey,

      Vi sim, e já até respondi :)
      Vou analisar aqui certinho o que disse do hangout e assim que tiver uma ideia mando uma email pra tu :)

      Uta!

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    3. Tem e-mail pra você patrão :)

      Uta!

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  4. Olá Corey, tudo bem? Vou deixar minha opinião sobre as suas alternativas:
    Alternativa 1: Parece a alternativa meio termo. Se a alternativa 2 não der certo ou se você por acaso não ter disposição ou perder o interesse pela alternativa 3, esta alternativa 1 seria o plano B.
    Alternativa 2: Acho que seria a melhor alternativa para você. Se você realmente quer viver em um país melhor, terá que aceitar o fato de que terá que deixar tudo para trás. E isso inclui familiares e amigos. Só não acho que você começará tudo do zero. Sim, quase tudo, mas pelo menos seu patrimônio poderá ser convertido. Você pode estudar o processo de venda de FII's e a compra de REIT's Canadenses (ou do país que você queira ir). Já será um cascalhinho que vai te ajudar. E depois, nada impede que você trabalhe por lá e reencontre o caminho da independência financeira. Tem gente que vai sem patrimônio algum e consegue se virar. O processo de emigração é complicado, então é mais um motivo para você pesquisar o quanto antes. Um casal como o seu com graduação, patrimônio relevante e que está no período fértil conta alguns pontos. Tenha um inglês decente para ajudar.
    Alternativa 3: O problema desta alternativa é o tempo gasto aqui no Brasil. Acho que você deveria focar logo na emigração. Mas relendo agora o que você colocou, parece que seu foco mesmo é o visto americano, que é um dos mais difíceis. Neste caso até que faz sentido você dar esta volta toda sobre abrir negócio para depois tentar o visto lá, mas pelo menos olhe com carinho para outros países. Tem países de alta qualidade com vistos menos difíceis que o americano.

    Em resumo, para você que é um cara que não gosta do Brasil e que não gosta de empreender, acredito que a emigração deveria ser o objetivo primário. Vai juntando dinheiro, vai fazendo o curso de inglês e depois tente o processo de emigração. Tentar expandir um negócio poderá ter um efeito contrário do que você deseja, pois pode fincar suas raízes ainda mais no Brasil.

    Abraços

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    1. Grande AdP!

      Gostei da sua visão, sobre a 1 ser o plano B é bem viável...

      Sim, a melhor e a que tenho mais vontade é a 2, por´me é a mais complicada tb. O fato de ter que deixar família e amigos me incomoda, lógico, mas é o menor dos problemas.

      Minha formação está na lista das profissões requeridas pelo Canadá, os problemas são "apenas" 2: meu nível de inglês (não é uma coisa rápida de conseguir, por mais boa vontade que tenha) e a validação do diploma (dificílima, seria mais fácil, prático e barato refazer a faculdade, mas aí entra o problema do inglês e o investimento). Existem alguns processos provinciais que são mais fáceis em relação a validação do diploma, mas aí entra outro grande problema: clima. Sei que quem tem vontade de sair do país não pode se dar ao luxo de ficar escolhendo munto, mas viver num frio absurdo durante o ano todo não é algo que eu me adaptaria. Sairia de um problema e entraria em outro.

      O processo americano pelo L1 é totalmente dentro da minha realidade de conhecimento e financeira vou explicar isso no próximo post), por isso minha preferência pelos EUA, sem contar que o clima é melhor. Austrália e Nova Zelândia seriam opções legais por terem processos semelhantes ao Canadá, mas esbarraria no mesmo problema do inglês, apesar do clima ser muito melhor.

      A opção 3 me faria ganhar tempo para estudar inglês, para sentir o mercado americano e ver onde posso me encaixar, além de me proporcionar dinheiro e estrutura para me manter legalmente nos EUA. Vc vai entender melhor no próximo post.

      Muito obrigado por comentar!

      Abraço!

      Corey

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    2. Corey, sua profissão é um caso especial, certo? Acho que não é toda profissão que precisa ter diploma revalidado. Sou da área de tecnologia, minha área também está nas profissões requeridas. E acho que não tem disso de revalidar não.

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    3. Exatamente, não são todas as que precisam validar diploma, aliás, tem várias que nem precisa de diploma. Várias faculdades aqui nem existem lá e vice-versa.

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  5. Qual a sua idade? Morei vários anos fora do Brasil..... no seu caso, seria USA, correto?

    Dependendo de sua idade, iria para a alternativa 2 SEM SOMBRA DE DÚVIDAS!!!!!! (se tivesse hipótese de colocar em negrito eu colocaria kkkkkk)

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    1. Olá Forreta!

      Tenho na faixa de 30 anos. Realmente sair do Brasil é o que mais me atrai, mas quero fazer de maneira segura e sustentável, por isso penso na alternativa 3...

      Abraço!

      Corey

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  6. Bom Post como sempre.
    Corey, existem franquias muito boas existentes já no Brasil.
    SubWay (não é pq eu amo o sanduíche de lá, mas é pq tenho vista que ainda vai crescer muito isso aqui no Brasil. É uma franquia que veio pra ficar).
    Carmen Steffens - Uma loja de grife e de excelente aceitação nos shopings. Minha cunhada trabalha lá e é o sonho dela ter uma franquia dessa. Até eu tenho interesse.
    Loja da Boticário - É um produto que já se vende por si devido ao grande apelo que essa marca tem no Brasil.

    Tome cuidado com essa onda de entrar em algo que pode até te trazer uma boa grana mas que tb pode compremeter os anos de vida social que vc precisa. Isso sem contar a sua saúde.
    Abraços meu amigo.

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    1. Olá SP!

      O grande problema dessas franquias grandes é o valor de investimento, um Subway não sai por menos de 300k, Boticário tá igual Mc, não abre mais para novos franqueados... Com 300k eu consigo comprar 2 pequenos negócios sem alavancar ou 4 alavancando, começo a lucrar no dia seguinte e diluo o risco, entende?

      Até penso em dar um gás em troca de grana, abrindo mão de muita coisa, mas isso tem que ter prazo pra terminar...

      Abraço!

      Corey

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    2. Carmen Steffens não é tão vantajoso. É a velha história de o empregado achar que o patrão tá zilionário.

      Conheço uma franqueada que passa apuros devido ao alto custo de manutenção dessa franquia. Sem falar que nem a classe média tá conseguindo comprar dessa marca, logo o público tá restrito.

      P.S,: Minha esposa tem um monte de CS. Não duram nada. Comprei um da linha masculina e durou 2 meses. Nunca mais comprarei deles.

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    3. Nunca ouvi falar nessa Carmen Steffens, devo estar bem por fora ou nunca reparei. Onde tem isso, em shoppings? Aí tá um excelente motivo pra não entrar numa franquia dessas. Franquia tem que ser conhecida, tem que atingir o maior público possível. Vejam o principal exemplo, o Mc Donalds, todo mundo conhece, pobre come, classe média come, rico come... Tem em bairro pobre, em bairro classe A... Isso sim vale a pena, franquias muito exclusivas é furada...

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  7. Boa tarde Corey. Já que você pediu uma opinião, eu dar a minha. Eu acredito que você tenha que fazer um balanço entre a alternativa 2 e a 3b.

    Percebe-se que o seu sonho é morar fora do pais (por isso a alternativa 2) e também percebe-se que o seu diferencial é ser um empreendedor (por isso alternativa 3b). Apenas acho que você deve iniciar a expansão dos seus negocios através da compra de pequenas lojas, uma vez que o valor investido seria menor e enquanto isso, você pode continuar "investido" nos FII e Ações de boas empresas, até como forma de proteger o seu capital do nosso governo criativo. Assim que as novas lojas forem prosperando você vai aumentando seus aportes e com um patrimônio considerável, você vai ficar satisfeito mesmo com rendimentos de 0.8% ao mês - uma vez que seu patrimônio vai crescer como uma bola de neve, caso você continue reinvestindo os rendimentos.

    Eu sei que sua vontade é EUA ou Canadá; mas você já verificou se tem direito a cidadania europeia ? Quase toda família no Brasil tem ascendência européia. Por exemplo, se você consegue a cidadania portuguesa voce nao precisará de visto para entrar nos USA e poderá avaliar melhor as oportunidades por lá. Quando aparecer algo legal, você apenas vai no consulado americano e retira o seu visto de trabalho (cidadão de Portugal não precisa aplicar e passar por todo o processo de visto).

    Boa sorte com seus planos !!!

    Um grande abraço,

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    1. Olá EP!

      Meu raciocínio vai por aí mesmo, 3b + 2. Acho que dentro da realidade atual é a alternativa mais viável. Penso justamente em pequenas lojas, por serem fáceis de comprar, de levantar e até de vender quando preciso. Franquias seriam mais adequadas se meus planos fosse permanecer no Brasil, elas são mais previsíveis e seguras, mas o investimento é bem maior.

      Tenho direito a cidadania europeia sim, mas meu caso é um daqueles beeeemmmm complicados, que demoram séculos pra resolver (já consultei especialistas). Além disso um passaporte europeu pouco me ajudaria nos EUA, não existe visto de trabalho por lá só pq vc é europeu. O que existe é uma modalidade de imigração por investimento onde o passaporte europeu dá uma força, mas não é algo extremamente relevante que me faça correr atrás e investir tempo e dinheiro nisso. O cidadão europeu não precisa de visto pra entrar nos EUA, mas isso é irrelevante pq tenho visto americano e não terei problemas pra renova-lo quando preciso (o pessoal faz muito terrorismo em torno do visto americano, mas tirando a chatisse que é pra tira-lo é perfeitamente possível te-lo desde que vc tenha condições para viajar).

      Abraço!

      Corey

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    2. Sou brasileiro de Governador Valadares e já fui legalmente para os EUA 6 vezes.
      Como?
      Na entrevista para pegar o visto, eu apresentava minha carteira funcional (servidor público federal).
      E pronto.
      Concordo com o Corey, é muito terrorismo. Entrar nos EUA hoje é mole para quem tem dinheir.

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    3. Aliás, quando minha esposa foi pedir o visto dela, a mulher perguntou quem era o Sr. X (eu). Ela disse, meu marido.
      Pronto. Simples assim.

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    4. Pois é, o pessoal tem muito medinho, mas não tem problema algum desde que vc não tenha segundas intenções. O mesmo vale para a imigração no aeroporto, da última vez até troquei uma ideia com o fiscal que nos atendeu sobre a copa...

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    5. Corey, você tem razão - não existe motivo para temer o processo de visto americano. Já passou a época que eles complicavam para dar o visto.

      A vantagem de você ter um passaporte europeu não é a facilidade de entrar no país sem necessidade de visto - e sim, a possibilidade de trabalhar no país sem passar pelo processo de visto de trabalho (esse sim é um pouco mais rigoroso do que o visto de Negócios / Turismo).

      Neste caso, você pode entrar no pais sem emprego; procurar um emprego e assim que conseguir uma ocupação - você pode ir até o consulado para pegar seu visto de trabalho. Com o passaporte brasileiro, você tem que ter uma oferta válida de trabalho antes de sair do Brasil. Com o passaporte europeu você elimina essa parte do processo e tem mais chances de achar um trabalho estando presente fisicamente no pais.

      Só tem que ter atenção porque não são todos os países da Europa que tem esse acordo com os EUA - a Espanha, por exemplo, não tem.

      Mas pelo que eu percebi você está considerando abrir um negócio nos EUA - ai você pode ter o visto como investidor / empregador. Tomara que dê certo - eu também tenho muito vontade de sair do Brasil - acredito que estamos cada dia pior, descendo a ladeira mesmo.

      Boa sorte para todos nós !!!

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    6. Olá EP!

      " possibilidade de trabalhar no país sem passar pelo processo de visto de trabalho" - cara, isso é novidade pra mim, não sabia disso... Inclusive tenho um amigo "alemão" que só não foi pros EUA pq não conseguria se legalizar lá, mesmo tendo passaporte alemão. Acabou indo pra Alemanha mesmo, tá apanhando com o idioma e comendo o pão que o diabo amassou pq não consegue empregos decentes por não falar o idioma, mas não volta pra cá nem ferrando.

      Acredito que isso sirva para vagas de emprego que não possuem americanos aptos a assumi-las, correto? O europeu não pode chegar lá e simplesmente arrumar um serviço de caixa no WalMart... Se for isso dá na mesma em relação aos brasileiros. Se um brasileiro estiver nos EUA, dentro de status, e conseguir uma vaga formal, passar por todo o processo e a empresa provar que ele é "o cara" pra vaga, não há nada que impeça-o de assumir. Tô tentando puxar pela memória, mas tenho certeza que conheci um português e um italiano que estão fora de status por lá...

      Vou pesquisar mais a esse respeito.

      Abração!

      Corey

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    7. Isso mesmo Corey !!! O que acontece com a maioria das pessoas é o seguinte - elas tem o visto de Turismo e Negócios e vão para os EUA. Uma vez lá, elas começam a procurar emprego e quando acham uma oferta - dão entrada no processo de visto de trabalho (que é muito chato e demorado).

      Também tentam arrumar um emprego enquanto ainda estão no Brasil, para ir para os USA já com o visto de trabalho (o que é correto);mas isso é ainda mais difícil porque a empresa que está contratando tem que justificar porque está contratando você e não um americano. Lembrando que essa regra é válida para posição de trabalho "qualificada". Para trabalhos rotineiros como caixa em supermercado, construção civil, serviços de limpeza, motorista, etc... a empresa não precisa justificar quem ela está contratando (mas também não é obrigada a entrar com processo de visto de trabalho - e ai o camarada pode ficar "out status" porque está trabalhando, mas não possui visto que permite isso). A empresa tem apenas que verificar antecedentes criminais e garantir que a pessoa está fora da lista de procurados pela Justiça Americana ou Interpol. Todo o resto do trabalho é por conta do imigrante e não existe garantia nenhuma que ela irá conseguir o visto de trabalho; mas pelo menos ele consegue sobreviver (muitas vezes, em situação mais confortável do que no pais de origem).

      A vantagem do passaporte europeu (vale para alguns países, não para todos) é que você pode ir para is USA sem a necessidade de visto. Uma vez chegando lá, a pessoa pode procurar emprego com mais calma e, caso seja contratado, a empresa não precisa justificar a contratação de um estrangeiro ao invés de um americano - mesmo para posições qualificadas. Por isso, as empresas preferem esse tipo de mão de obra estrangeira para posições qualificadas; mas ainda dependerá do estrangeiro submeter a documentação e pedir o visto de trabalho - que não existe garantia de que será expedido.

      Em todo o caso, a vantagem é em queimar uma etapa no processo e já poder iniciar em uma posição qualificada (normalmente com salário mais alto). Mas não existe garantia que após o processo, mesmo você já trabalhando, o governo americano irá conceder o visto. Se conceder você fica OK - se não conceder você automaticamente estará ilegal. Não correrá o risco de ser deportado pois voce nao precisa de visto para estar lá; mas corre o risco de perder o emprego pois estará fazendo uma atividade sem a autorização do governo.

      Não sei o caso da Alemanha, mas isso é válido para Suiça, Holanda, Inglaterra, Finlandia, Luxemburgo, entre outros ... além do Japão.

      Pode ser que existam mais países com esse beneficio, mas a lista muda constantemente, dependendo da relação do pais com os EUA. Por exemplo, até os anos 70 o Irã e Paquistão faziam parte da lista. Depois que o regime religioso tomou o poder e com o inicio da ameaça terrorista, os EUA removeram esses países da lista.

      Vou ver se consigo o link com a lista atual dos países que tem esse acordo.

      Um grande abraço,

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    8. Fantástico! Informação extremamente relevante, depois volto aqui pra complementar meu comentário...

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    9. Então, voltando pra comentar um pouco... Sinceramente nunca havia ouvido falar nisso, não sabia que alguns europeus podem trabalhar em qq emprego nos EUA (aliás, até sabia dos ingleses).

      Sobre a vantagem do passaporte europeu, continuo sem entender uma coisa, quando um europeu entra nos EUA ele recebe o carimbo e o i94 (que agora é digital) com a permanência máxima igual aos brasileiros? Se for isso, uma vez expirada essa data (que atualmente é de 6 meses na maioiria dos casos para brasileiros) ele estará fora de status da mesma maneira, não? O interessante é esse lance da empresa não precisar justificar a contratação, aí acho que tá o pulo do gato... Como vc disse, o cara já começa com um nível acima da maioria. Se bem que se for parar pra pensar, quem faz dinheiro mesmo é quem se sujeita a trabalhar em sub-emprego...

      Agora lendo alguns exemplos de países que tem esse benefício começo a entender pq nunca ouvi falar nisso: por que raios suiços, holandeses, ingleses, finlandeses e luxemburgueses (?) imigrariam para os EUA... Quem faria isso seriam portugueses, espanhóis, italianos e principalmente gregos, não? Talvez esses países não estejam na listagem...

      Valeu mais uma vez por essa informação, abração!

      Corey

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  8. Corey,

    já pensou no Chile?
    Estive lá e pretendo voltar de novo.
    Tudo bem que fui como turista e nunca morei lá. Mas é um país que "funciona".
    Bem melhor do que o Brasil.
    A língua é mais fácil e abrir um negócio lá não é terrível como no Brasil.

    Valeu!

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    1. Já pensei nisso, não o Chile (pq não conheço) e sim Uruguai, mas sei lá, gosto de fazer as coisas bem feitas, não tenho vontade de ficar na américa latina, por isso meu foco é o norte.

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  9. Não sei se era verdade, mas um professor meu dizia que vivia aqui, tinha empresas, investia na bolsa de valores ( foi a primeira pessoa que eu ouvi ao vivo falar sobre o tema) e ao invés de ir morar nos EUA, ele tirava um mês de férias lá e vivia nessas férias como um americano classe média.
    Essa pode ser uma boa ideia: ao invés de ir morar lá em definitivo, passar umas temporadas por lá. Pense nisso.
    Obs. : Senor Abravanel faz isso.

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    1. Grande Eike!

      Isso é muito comum, eu mesmo fiz isso no fim do ano passado, com 15k dá pra um casal passar 1 mês lá fácil, fácil, tudo é muito barato! Essa é uma opção que não está totalmente descartada, mas pra ficar no bate-volta vai muita grana, se eu investir essa mesma grana, consigo mudar definitivamente, vindo pro Brasil 1 ou 2x por ano.

      Abraço!

      Corey

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. Se Deus quiser quero ir pro EUA em 2015 e dependendo de minha impressão por lá, eu desejo fazer exatamente o que o Excelentíssimo Eike falou. Passar as férias em outra nação. Lógico que depois de já ter alcançado a IF hehehe.
      Abraços.

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  10. Meu amigo Corey,

    Você lembra do seu sentimento de alegria e satisfação quando voltou dos EUA e desembarcou em Guarulhos?
    Poder rever o nosso povo brasileiro, com toda a sua educação e fineza.
    Poder sentir novamente a emoção de um aeroporto moderno como de Guarulhos, de um congestionamento lindo como é o de São Paulo e até quem sabe, presenciar um assalto na sua frente. Com sorte, você também será assaltado. kkkkk

    Cara, a gente acaba se acostumando a viver nessa birosca e se esquece de como a vida é muito melhor lá fora. Portanto, não desanima não, vamos cair fora daqui.
    Se seu inglês não é tão bom, imagina o meu que estou no livro 1 do cursinho ainda.
    Mas e daí? Daqui a 10 anos não vou nem mais saber falar português. rsrs
    O negócio é pensar a longo prazo. 10 - 15 anos.

    Enquanto isso, acho que você deveria continuar a tentar ganhar cada vez mais dinheiro. Vai empreendendo, vai juntando dinheiro e paralelamente a isso, vai executando o seu plano de morar em outro país. A longo prazo, o sacrifício fica menor.

    Grande abraço

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    1. Grande BBB!

      O prazer de pousar em Cumbica é comparável ao beber uma dose de Old Eight... Só serve pra dar dor de cabeça! Hj mesmo estava comentando com a Bia, devemos ao menos 2x por ano sair do país para jamais conseguirmos esquecer a merda que isso aqui é. Vamos nos acostumando e isso não é legal...

      A ideia é justamente essa: ganhar dinheiro enquanto junto os outros atributos para sair fora, o inglês infelizmente não é uma pílula vermelha e azul que vc toma e no dia seguinte tá fluente. Não tem jeito, é questão de tempo... Preciso ao menos ir com uns 30% de fluência pra pegar o resto lá. Não quero me precipitar e fazer cagada. Sinceramente, se não fosse por ficar ilegal, eu iria hj mesmo, arrumava um emprego de driver e deu! Mas o buraco é mais em baixo...

      Abração!

      Corey

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    2. É, concordo com vocês. O Brasil se tornou um país ainda mais patético nos últimos anos, aqui já não é possível enxergar um bom futuro, tendo dinheiro ou não. Estudar inglês é o caminho para dar o fora.
      Corey esses posts sobre empreendedorismo e sobre morar fora do país estão excelentes, leio todos eles, continue com o ótimo trabalho do blog. Abraços!

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    3. Olá Nerd!

      Essa espelunca aqui só jogando uma bomba atômica e sendo recolonizada pelos ingleses...

      Tenho alguns posts sobre empreendedorismo na agulha, acho que vc vai gostar.

      Abraço!

      Corey

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  11. Corey o seu espírito empreendedor é inspirador...
    Grande abraço...

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  12. Sobre a alternativa 2, a profissão da sua esposa não propicia isso? Se sim for a resposta, procure diversas empresas que tem filiais no Brasil e no país desejado. Se a empresa transferir sua esposa, seus custos caem drasticamente com a mudança.

    Com seu tino comercial, abrir um negócio e lucrar em outro país não parece que será um problema para você. A única coisa é aprender a legislação tributária do país e estado (se for EUA) em questão.

    Abraços,

    Thiago

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    1. Olá Thiago!

      Não, a profissão da minha esposa não está na listagem canadense. Não é simples assim achar um sponsor em outro país, o profissional tem que ser diferenciado, ter uma puta experiência e principalmente ser fluente no idioma. Nos EUA não existe esse tipo de programa que facilita a imigração de profissionais qualificados, no máximo vc consegue (a muito custo) uma autorização de trabalho e levará anos pra conseguir um green card.

      Abraço!

      Corey

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  13. Também iria pela opção 3-b..... Juntando com as sugestões de fazer algumas viagens durante o ano para dar um pouco de folego da nossa rotina massacrante nesse paisinho..... acho dificil uma pessoa se acostumar com o BR, pois todo dia tem algo que nos lembra quão dificil é a vida aqui...... somos incompativeis com o modo de ver e pensar do brasileiro....

    Corey, tenho pensado muito em empreender, com objetivo principal de aumentar renda..... mas tenho uma situação bem confortável ao meu ver.... Ganho 8k liquido como servidor publico, onde consigo poupar uns 5k.... aqui é muito tranquilo, devido a mediocridade da maioria, mas sigo firme e faço meu trabalho e um pouco mais... não sou acomodado.... Pela sua experiencia, é dificil, como empreendedor, no minimo dobrar esse valor, mesmo considerando toda a dificuldade ao qual o empreendedorismo no Lisarb está sujeito?


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    1. A 3b é a mais viável no momento, a mais racional. Provavelmente será isso que irei fazer. As viagens são imprescindíveis ainda mais para manter o foco que é mudar para um lugar melhor.

      Vc pensa em empreender e largar o serviço público? Se sim eu somente faria isso se fosse pra ter um retorno de no mínimo 3x mais, pq com certeza a mandioca é umas 10x maior... Qual capital vc tem pra investir? Pode ser viável sim, depende de quanta $ vc tem e como quer empreender...

      Abraço!

      Corey

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  14. Seria pra deixar de ser assalariado.... uma das desvantagens de ser assalariado é a pouca flexibilidade de horários, férias, etc... não que logo de cara eu vá ter isso como patrão, mas dá pra conquistar..... onde estou já quase alcancei o teto, por isso preciso me organizar caso realmente queira dar uma passo acima financeiramente....

    Bacana sua visão e já tinha visto isso em outros posts seus... a realidade nua e crua não é um passeio no parque....

    Hoje tenho 200k total pra começar, que se não for pra empreender, será pra IF.... e falando de IF, acabo concordando contigo sobre a miséria dos 0,8% a.m. e o risco com os vermelhinhos lá no planalto.....

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    1. Bom, pelo jeito vc tá bem pé no chão e isso já é um ótimo começo. Realmente uma das principais vantagens de empreender é a possibilidade de alcançar flexibilidade de tempo, mas isso só acontece se vc se permitir. Conheço muitos comerciantes que possuem empresas estabilizadas, funcionários e mesmo assim abrem e fecham a loja... Além disso essa flexibilidade jamais será plena, vide meu exemplo que precisei ralar 2 meses enquanto buscava novos funcionários.

      200k já dá pra brincar, rsrs! É um excelente capital e te abre muitas possibilidades, dependendo do ramo, dá pra chegar nuns 10k de retirada no médio prazo.

      Abraço!

      Corey

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  15. só complementando, acho que comércio é mais minha praia... já venho de família de comerciantes, mas nada que possa dar continuidade....

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    1. Comércio simples e tradicional é sempre uma excelente opção!

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  16. Mestre Corey,

    Gostaria de entender melhor esse seu processo 3b.
    O cidadão chega até você e oferece uma loja de bikes por exemplo.
    Você analisa o negócio e chega a conclusão que é vale a pena.
    Então compra, melhora, e depois vende?
    Como que você encontra os compradores desse novo negócio?
    Você faz isso com lojas que são franquias ou qualquer coisa que passa pelas tuas mãos você analisa?
    Desculpa o interrogatório.
    Abraço

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    1. Fala BBB!

      O lance seria mais ou menos isso que vc falou, mas não venderia, seria para manter durante um determinado período atrelado ao lance de ir para os EUA, aguarde o próximo post e vc entenderá melhor.

      Os compradores normalmente são colegas de negócio, costumo manter bom contato com comerciantes do mesmo ramo, inclusive com concorrentes. Sou antisocial, mas nesse caso procuro não me isolar, aí começam aparecer lojas pra comprar, propostas de venda para minha loja... acontece naturalmente (pelo menos comigo). Sempre tô de olho na OLX, Mercado Livre, sites de imobiliárias e jornais. Sempre q vejo um negócio que possa me interessar vou dar uma olhada, procuro descobrir onde é a loja, olho no Google maps, vou até o local dar uma andada nas redondezas, entro na loja, compro alguma coisa... se realmente me interessar entro em contato com o vendedor (não gosto de ficar caroçando por curiosidade, me sinto mal, mas as vezes faço isso).

      Pode interrogar a vontade, rsrs!

      Abraço!

      Corey

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  17. Vivendo e aprendendo.

    Nunca tinha visto esse site OLX e não sabia que no Mercado livre havia esse tipo de anúncio.
    Você tá ligado nas parada, companheiro.
    Abraço

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    1. BBB, tem muito anúncio no OLX, vários já foram finalizados e continuam lá, mas mesmo assim é legal olhar pra ter ideias de preços.

      Abraço!

      Corey

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  18. Grande Courey, há tempos que leio seus artigos, porém gostaria da fazer uma consulta por achar vc bastante coerente.
    Tenho um imóvel alugado hj por 8.750 e tenho uma proposta de compra desse imóvel no valor de 3,250 milhões, acha bom negócio, onde posso investir melhor esse $$$$$, desculpe a invasão. um abraço

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    1. Amigo, desculpe mas não tenho nem conhecimento nem talento pra consultor financeiro, isso é muito pessoal e só vc pode decidir. O que posso dizer é que o retorno é bem baixo, mas se vale a pena ou não verde-lo e investir em outra coisa é algo que só vc pode responder.

      Abraço!

      Corey

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